terça-feira, 24 de maio de 2016

Jornal Nacional de ontem foi negociado com Temer


O Jornal Nacional de ontem foi fruto de uma intensa negociação, é o que revela uma fonte do blogue.
O áudio da conversa entre Romero Jucá e Sérgio Machado fez com que os luas pretas da Central Globo de Jornalismo trocassem inúmeras mensagens e realizassem uma reunião de emergência logo cedo.
juca globo
A primeira decisão foi esperar para ver qual seria a repercussão. E pela manhã tanto a GloboNews quanto o G1 trataram do assunto de forma suave e sem muito destaque.
Na Globo, porém, a avaliação era de que não havia saída para o agora licenciado ministro do Planejamento. E a mensagem foi enviada para Temer através de Wellington Moreira Franco.
O carioca não precisava ser convencido.Teria dito que iria buscar convencer Jucá a se afastar ou renunciar ao cargo, mas que não seria uma tarefa tão simples.
Durante o dia a Globo foi cobrindo o tema de uma maneira bem menos explosiva do que, por exemplo, o áudio vazado do ex-senador Delcídio. Ou do grampo ilegal da conversa entre Lula e Dilma.
Só ao final da tarde, quando a solução do afastamento de Jucá já havia sido negociada por Temer é que se decidiu por fazer um Jornal Nacional onde o caso teria destaque relevante. E que se liberou os âncoras e comentaristas da GloboNews para que pudessem tratar de forma mais intensa do assunto.
Até aí, nada muito surpreendente. A não ser pelo fato de que o sinal de que não seria necessário aliviar para Jucá teria partido da equipe de Temer, segundo a fonte do blogue.
A avaliação dos que fizeram a ponte com a Globo era a de que o tratamento da saída de Jucá não deveria ser o de um simples afastamento, mas o de uma demissão, para que Temer não saísse tão desgastado.
Não foi à toa que a apresentadora do JN, Renata Vasconcellos, abriu a nota sobre o caso fazendo bico para falar que Jucá foi “e-xo-ne-ra-do”.
E que o presidente interino apareceu no meio da reportagem dizendo ao repórter da GloboNews “que tudo iria se resolver e que estava tudo tranquilo”.
A narrativa que ficou acordada era de preservar Temer e rifar Jucá.
E por isso, o restante do bloco, não por acaso o último, foi dedicado a noticiar os principais trechos do áudio da conversa divulgada pela Folha, evitando repercutir muito o assunto e a crise que o áudio gerou.
Antes, porém, houve tempo para falar muito da crise da Venezuela e do caso que pode levar o governador de Minas, Fernando Pimentel, a ser cassado.
Segundo a fonte deste blogue, Jucá percebeu que seria rifado e falou grosso na reunião que teve com Moreira Franco e Eliseu Padilha. E num momento mais explosivo teria dito que se fosse jogado ao mar poderia fazer o mesmo que Sérgio Machado, referindo-se a delação que o ex-presidente da Transpetro negociou.
Também não por acaso, ontem, depois disso tudo acontecer e quando dava uma entrevista conturbada no Congresso que um repórter da GloboNews se aproximou dele e perguntou a queima roupa:
– O senhor está pensando em fazer delação premiada?
Jucá ficou atordoado e saiu sem responder. Mas a pergunta não estava fora de contexto. Teria sido pedida por um dos editores ao jovem jornalista.
Era um aviso para Jucá dos seus amigos do PMDB de que a ameaça já havia vazado. E de que a Globo não iria preservá-lo.
Jucá não tem mais condições de voltar ao governo e sabe disso. O que ele busca agora é se livrar da prisão. E para que isso não aconteça ele vai precisar da Globo e da mídia que citou como parte da articulação do impeachment.  Por isso, muito provavelmente, mesmo tendo entendido tudo que lhe aconteceu, vai ficar quieto. Mas só se escapar. Caso não, toda essa operação pode vir á tona e ainda com um número muito maior de detalhes.
Fonte: blog do Rovai
 


segunda-feira, 23 de maio de 2016

Entrada da cidade de Tutóia é um espelho da Administração do atual gestor.

O prefeito de Tutóia insiste em não recuperar a entrada da cidade, alegando que, não é competência dele, mas do Governo do estado, porém, a entrada da cidade está dendro do perímetro Urbano da Tutóia. Nesse caso a competência  é  do município.

 O atual prefeito acostumou-se a agir em prol do município sob força de lei, sob as decisões judiciais.







Bolsa tem 5ª queda e bate menor nível desde 7 de abril, após áudio de Jucá


Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, emendou a quinta queda seguida e fechou esta segunda-feira (23) em baixa de 0,79%, a 49.330,42 pontos. Este é novamente o menor nível de fechamento desde 7 de abril (48.513,10 pontos).
Na sexta-feira, a Bovespa havia caído 0,82% e encerrado a semana com queda de 4,02%. No mês, a Bolsa acumula perda de 8,50%, mas, no ano, ainda tem alta acumulada de 13,80%.
A queda de hoje foi puxada, principalmente, pelo desempenho negativo das ações da Petrobras, que caíram 4,5%, e do Banco do Brasil. Essas empresas têm grande peso sobre o Ibovespa.
Investidores estavam cautelosos após a "Folha" divulgar áudio indicando que o ministro do Planejamento, Romero Jucá (PMDB-RR), teria proposto um "pacto" contra a operação Lava Jato

Crise no Ministério do Planejamento

Após a divulgação de áudios de conversa de Jucá com o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, o ministro do Planejamento afirmou que vai pedir licença do ministério a partir de amanhã. O mercado teme que a campanha pelo reequilíbrio das contas públicas brasileiras possa enfrentar novos impasses com isso.
Jucá é um dos principais interlocutores do governo do presidente interino Michel Temer com o Congresso e está encarregado de buscar apoio para medidas como corte de gastos e aumento de impostos.
"A política continua falando mais alto do que a economia. A oposição vai cair matando no Congresso, e existe a possibilidade concreta de [Jucá] ser afastado", disse Arlindo Sá, operador da corretora Ativa, à agência de notícias Reuters, antes de o ministro ter anunciado seu afastamento.
"Perder um soldado já na largada seria muito ruim para a credibilidade desse governo, ainda mais por acusações de obstrução de Justiça", afirmou.

Petrobras despenca

As ações preferenciais da Petrobras (PETR4), que dão prioridade na distribuição de dividendos, despencaram 4,49%, a R$ 8,50.
As ações ordinárias da Petrobras (PETR3), com direito a voto em assembleia, caíram 2,56%, a R$ 11,04. 
Os papéis da empresa foram influenciados pela queda nos preços do petróleo no mercado internacional e pela crise envolvendo o ministro do Planejamento, Romero Jucá.

BB cai; Bradesco e Itaú sobem

As ações do Banco do Brasil (BBAS3) perderam 1,79%, a R$ 17, também influenciadas pela crise política. 
No sentido opostos, as ações do Itaú Unibanco (ITUB4) subiram 0,33%, a R$ 30,18, e as ações do Bradesco (BBDC4) avançaram 0,29%, a R$ 24,45.

Vale sobe

As ações ordinárias da Vale (VALE3) ganharam 2,19%, a R$ 14,44, e as ações preferenciais da Vale (VALE5) se valorizaram 0,88%, a R$ 11,50.
Os papéis da companhia foram influenciados por comunicado do Bank of America Merrill Lynch, que reiterou a recomendação de compra para as ações da mineradora, apesar da queda nos preços do minério de ferro na China.

Dólar sobe 1,87%, a R$ 3,584

No mercado de câmbio, o dólar comercial fechou em alta de 1,87%, a R$ 3,584 na venda. É o maior valor desde 18 de abril, quando a moeda norte-americana terminou o dia valendo R$ 3,597.
Na sexta-feira, o dólar havia caído 1,46% e encerrado a semana em baixa de 0,15%. Com isso, o dólar acumula alta de 4,13% no mês. No ano, no entanto, a moeda tem desvalorização de 9,26%.
Fonte: UOL economias

O golpe foi feito para atrapalhar as investigações da Lava-Jato


PV anuncia saída do governo Temer e cogita até expulsar Sarney Filho, caso ele decida continuar no governo.



O pedido de afastamento de Romero Jucá do Ministério do Planejamento não foi a única perda sofrida nesta segunda-feira (23) pelo governo interino de Michel Temer. Em reunião, o comando nacional do PV decidiu pela postura de independência em relação à gestão peemedebista.

No encontro, foi defendido ainda o licenciamento do ministro Sarney Filho do partido caso ele decida seguir à frente do Ministério do Meio Ambiente. A cúpula nacional da legenda, contudo, concluiu que a nomeação do deputado federal foi uma escolha pessoal do presidente interino e, portanto, não cabia a deliberação.

O pedido de licença do ministro chegou a ser defendido na tribuna do Senado Federal por Álvaro Dias (PV-PR). Segundo ele, o PV não apoiou a chapa vencedora nas eleições presidenciais de 2014 e, portanto, deve seguir a fazer oposição a Michel Temer.

"Nesta circunstância, mais importante que ocupar um cargo no governo é exercer a fiscalização. O país necessita nesta hora de fiscais, porque a cultura política brasileira é a do adesismo fácil e é o que se verificou nos últimos dias com muitos correndo desesperadamente para a sombra do poder", criticou.

Em linha diferente, o líder do PV na Câmara dos Deputados, Evandro Gussi (SP), afirmou que o partido continuará apoiando o trabalho de Sarney Filho no governo federal. Ele ressaltou que não foi a legenda quem indicou o ministro e acrescentou que a sigla continuará votando a favor de temas de interesse do país.

O partido possui bancadas pequenas tanto na Câmara dos Deputados como no Senado Federal: seis deputados federais e apenas um senador.

O Palácio do Planalto reconheceu que a decisão do PV é irreversível, mas atua para evitar a saída de Sarney Filho do Meio Ambiente e o afastamento do partido do governo federal, sobretudo diante da preocupação em aprovar no Congresso Nacional medidas econômicas.

Nesta segunda-feira (23), o ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, ligou para integrantes do partido para convidá-los para o anúncio nesta terça-feira (24) pelo presidente interino de medidas para reverter o rombo fiscal.

Em ligação a Álvaro Dias, o ministro ponderou que, mesmo diante da independência do partido, a presença da legenda é importante diante do atual cenário do país.

Fonte: Plantão Brasil

O governo ilegítimo e interino de Temer foi atingido no coração.


A mídia, o Congresso, o Supremo e todas as forças que atuaram para derrubar Dilma, segundo Romero Jucá em áudio vazado pela Folha de S. Paulo hoje, podem até tentar matar no peito o que já estava claro e agora se comprova, Dilma só está sofrendo o processo do impeachment porque os corruptos de fato querem se livrar da Lava Jato. Mas mesmo que isso ocorra e Dilma seja cassada no Senado, não há mais qualquer possibilidade de sucesso para o governo Temer.
Romero Jucá é um dos homens de terno preto de Michel Temer. Ele de um lado e Eduardo Cunha de outro foram os grandes articuladores do processo de impeachment.
juca
Quando essa sua conversa com Sérgio Machado vem à tona, o que se revela não é apenas um papo de amigos, mas os intestinos do golpe.
Fica claro que Dilma não foi afastada nem pelos seus erros e muito menos por ter cometido crime de responsabilidade. Mas porque não aceitou participar da máfia da qual, segundo Jucá, fazem parte ministros do Supremo e setores das Forças Armadas, além de Aécio, seu PSDB e a mídia, que segundo Jucá, só pararia de falar na Lava Jato se Dilma sofresse o impeachment.
Essa gravação da conversa de Jucá e Sérgio Machado é muito mais grave do que a delação de Delcídio ou a de Roberto Jefferson. Porque é algo espontâneo, onde tudo que é dito não faz parte de um roteiro. E revela os bastidores do golpe com uma nitidez impressionante.
Não há mais como dizer que o Brasil não vive um golpe de Estado depois da revelação deste áudio. Internacionalmente isso será a prova que muitos órgãos de imprensa precisavam para não ter mais dúvida alguma sobre isso e democratas mundo afora vão se solidarizar com Dilma.
 O governo ilegítimo e interino de Temer foi atingido no coração.
É claro que a mídia que participou ativamente do golpe vai buscar salvá-lo, mas essa operação tem chance zero de dar certo.
Esta dada a grande oportunidade para Dilma. Ela precisa sentar com os senadores que não estão diretamente envolvidos no motim, articular uma base ampla na sociedade civil, levando em consideração a força dos movimentos sociais que lhe deram apoio, conversar com grandes empresários que não participaram dessa articulação e pactuar uma nova agenda.
Um novo governo que teria como objetivo tirar o Brasil do impasse, montando, de fato, um ministério de pessoas sérias e respeitadíssimas e que não dialogassem apenas com o Congresso, mas com o país como um todo.
Jucá, o maior dos conspiradores, abriu uma porta imensa para que se possa salvar a democracia brasileira. É preciso aproveitá-la, mas com muita tranquilidade e habilidade.
PS: Prestem bem atenção no que Jucá e Sérgio Machado falam sobre Aécio. Nesta conversa, o tucano, aparece como é. E como todos os políticos o retratam em off.
Fonte: blog do Rovai

domingo, 22 de maio de 2016

Funcionários contratados da prefeitura de Tutóia que trabalham na creche Vovó Ernestina Rocha no povoado Santa Rosa do Jardim não recebem seus salários a mais de dois meses.


FUNCIONÁRIOS NÃO RECEBEM SALÁRIOS A MAIS DE 2 MESES

Prefeitura municipal de Tutóia -MA, não paga seus funcionários a mais de dois meses 

Funcionários contratados da prefeitura de Tutóia que trabalham   na creche Vovó Ernestina Rocha no povoado Santa Rosa do Jardim não recebem seus salários a mais de dois meses.

As atividades na creche iniciaram  dia 14  de março e até agora dia 22 de maio funcionários contratados ainda não receberam seus salários. 70% do quadro de funcionários da creche são contratados. Muitas reclamações por parte dos funcionários mas segundo alguns deles, "somos obrigados a trabalhar assim mesmo sem receber, porque se agente não for, vamos perder o emprego e ainda não receberemos os meses atrasados".

    


Do blog do Jorge Santos