Votos de Deoclides são validados e Julião Amim assume como titular
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) validou os votos de Deoclides Macedo (PDT) para deputado federal. Com isso, cai o deputado federal Alberto Filho e a vaga será ocupada por Julião Amim (PDT), já anunciado como secretário do Trabalho do governo Flávio Dino (PCdoB).
O ex-prefeito de Porto Franco teve seus mais de 54 mil votos contados separados por conta de um parecer do Tribunal de Contas do Estado (TCE) contrário à aprovação de sua prestação de contas, posteriormente aprovada pela Câmara Municipal.
Julião Amim deverá tomar posse e se licenciar para permitir que Deoclides assuma o mandato de deputado federal enquanto ele estiver no governo de Flávio Dino.
Existe um acordo entre os dois políticos no sentido de que Julião permaneça na equipe já anunciada por Dino, cujo o novo governo se inicia dia 31 de janeiro de 2015. Ele deve ser empossado e, posteriormente, deverá tirar licença.
1210017
0
- See more at: http://silviatereza.com.br/tse-valida-os-votos-de-deoclides-macedo-juliao-amim-assumira-vaga-na-camara-federal/#sthash.JFthFvzD.dpuf
Nesse momento de paz, onde todas as pessoas se abraçam, se entendem, se cumprimentam e buscam por novos sonhos, para tentar descobrir a razão de ser feliz de verdade.
Neste momento onde Deus se faz presente em cada oração, cada família, em todos os lares, eu também gostaria de expressar o meu carinho por você.
Quero desejar que os seus passos nunca estejam sós, estejam sempre amparados pelos querubins e arcanjos que têm a missão de caminhar com você segurando firme em suas mãos, para que os seus pés nunca venham a tropeçar no meio do caminho.
Que neste Natal você possa sentir a presença de Deus, da paz, do amor e do perdão.
Feliz Natal, na paz de Deus, que sempre pode todas as coisas, pois para o Senhor nada é impossível.
Não importa se por doença, acidente ou violência. Sua vida acaba quando o coração para. O sistema nervoso deixa então de receber oxigênio do sangue e entra em colapso. Após 5 minutos, os danos ao cérebro são considerados irreversíveis. Pouco depois você é declarado morto. Mas não devia ser assim. É o que dizem agora médicos e pesquisadores entusiastas de novas técnicas que têm trazido de volta à vida pacientes que ultrapassaram — e muito — o momento em que a medicina tradicionalmente considera alguém morto.
O entendimento de que após 5 minutos começa não valer mais a pena insistir na reanimação tem base nos chamados Critérios de Harvard, uma reunião de protocolos de 1968 que ainda é a principal referência para determinar a morte. Mas como seria possível explicar, com base nessa ideia, o caso do jogador de futebol Fabrice Muamba? Na tarde de 17 de março de 2012, o africano de 23 anos desmaiou no gramado do estádio White Hart Lane, em Londres, diante de 35 mil pessoas. Levado às pressas para o London Chest Hospital, seu coração ficou parado por 1 hora e 18 minutos. Ele sobreviveu, e sem nenhuma sequela. Milagre?
Nada disso. “A ciência trouxe Muamba de volta. Por todos os critérios médicos tradicionais, ele estava morto e agora está vivo”, afirma o pesquisador britânico Sam Parnia. Chefe da UTI do hospital da Universidade Stony Brook, em Nova York, Parnia acaba de lançar o livro Erasing Death (Apagando a morte, ainda sem tradução).
Muamba não é o único exemplo. Em junho de 2011, uma japonesa de 30 anos foi encontrada num bosque, morta por overdose de medicamentos — a temperatura do corpo, 20 oC, indicava que estava há muito tempo sem batimentos. Depois de mais seis horas dentro do hospital, ela voltou a respirar. “Ela esteve morta por pelo menos dez horas. Mas recebeu o tratamento adequado e hoje está bem”, afirma Parnia, que entrevistou os médicos japoneses após eles terem publicado o caso num periódico científico. De acordo com o relato deles, mesmo tendo passado quase metade de um dia morta, a mulher se recuperou e até teve um bebê no ano passado.
Em agosto de 2009, o motorista americano Joe Tiralosi, de 57 anos, deu entrada no Hospital Presbiteriano de Nova York. Tinha sofrido um enfarte. Foi levado para uma mesa de cirurgia e, depois de 20 minutos de massagem cardíaca, com respiração artificial e injeções de adrenalina, nada de pulso. Tiralosi também poderia ter sido declarado morto, mas os médicos continuaram tentando por 40 minutos. Seu coração voltou a bater — só que, enquanto os médicos desentupiam as veias que haviam provocado o enfarte, morreu uma segunda vez, agora por 15 minutos. Foi ressuscitado novamente. Três semanas depois, estava de volta para sua família no Brooklin com saúde física e mental impecável. “Há dez anos, continuar tentando depois de tanto tempo seria considerado irresponsável. Acreditava-se que o paciente, se voltasse a respirar, viveria em estado vegetativo”, diz o médico americano Robert Neumar, pesquisador da Universidade de Michigan. “Hoje, sabemos que o cérebro é mais resistente do que isso.”
O motorista, a mulher e o atleta só voltaram a viver porque os hospitais que os receberam usaram procedimentos de ponta, adotados paulatinamente nos últimos dez anos. E também porque tiveram a sorte de chegar em condições ideais para eles serem aplicados. Esses procedimentos acrescentam duas novas técnicas ao protocolo de emergência-padrão (aquele com o desfibrilador): manter a circulação de sangue no organismo por meio de um aparelho de oxigenação e, principalmente, resfriar o corpo (veja no fim da reportagem como isso funciona).
Quando usamos a geladeira para preservar carne é porque a temperatura baixa diminui a velocidade das reações químicas — logo, deixa mais lenta a decomposição celular. Para cada grau que o corpo é esfriado, a atividade metabólica é reduzida em 6%. “Se as 1.514 pessoas que morreram congeladas depois do acidente do Titanic dessem entrada em meu hospital hoje, boa parte sobreviveria”, diz Neumar. “Os corpos foram encontrados poucas horas depois e com a temperatura reduzida pelo oceano. Seus neurônios ainda podiam voltar.” Foi o que aconteceu com a japonesa ressuscitada, encontrada num ambiente gelado, o que provavelmente ajudou na preservação de seu corpo. Reduzir a temperatura funciona porque a morte, dizem os pesquisadores, é diferente da interpretação que a medicina dava a ela há dez anos — e que ainda é presente em centros médicos. Morrer não é um momento definitivo, e não se concretiza em poucos minutos sem batimento cardíaco. A morte agora é encarada como um processo complexo, mas, por muitos minutos, ou mesmo horas, reversível.
Quando as células do corpo começam a ficar sem sangue, as mitocôndrias, que usam oxigênio para gerar energia, ficam sem matéria-prima. Com isso, as células começam a produzir toxinas, como o ácido lático — a mesma substância responsável pela cãibra. O organismo recorre, então, a um plano B: tenta quebrar o ácido lático para gerar energia e ganhar algum tempo, à espera da volta da circulação. “É como se ligássemos um gerador pequeno de combustível inadequado, enquanto torcemos para que a eletricidade seja restabelecida logo”, afirma Scott Henderson, professor de ética médica da Luther Rice University. Se o gerador fica sem combustível, as células começam a devorar a si mesmas. “Cada tecido tem seu próprio tempo antes de morrer. E o dos neurônios, decisivos para que o organismo volte a funcionar, é bem mais longo do que pensávamos. Eles podem ser reativados horas depois que o cérebro é considerado morto”, afirma Henderson.
O corpo mais frio não só reduz a intensidade da degradação celular durante a parada cardíaca, mas também depois do retorno. É que, com o acúmulo de ácido lático no corpo, o oxigênio se torna nocivo. “Quando o organismo passa a funcionar com níveis muito baixos de oxigênio, uma volta rápida demais pode matar”, afirma Parnia. “Nas últimas décadas, muitas pessoas ressuscitadas morreram de vez, ou sofreram danos cerebrais porque foram envenenadas por oxigênio.”
Aí entra a segunda das técnicas inovadoras: o ECMO, um equipamento que filtra o sangue, oxigena e o bombeia de volta ao corpo. Funciona como um coração e um pulmão artificiais. Com o sangue circulando de novo e suprindo a carência de oxigênio, parte da degradação é revertida, dando tempo para que os médicos encontrem e resolvam a causa da parada. O ECMO também controla o retorno gradual da oxigenação do sangue, evitando o “envenenamento” por oxigênio.
REAVIVANDO A DISCUSSÃO
Tanto o ECMO quanto o resfriamento são usados em conjunto com procedimentos tradicionais de emergência, como a compressão do peito, desfibriladores e respiração artificial. A respiração boca a boca, popular até o começo da década passada, não é mais recomendável: sabe-se agora que, com exceção de casos de afogamento, o organismo em colapso ainda tem reservas de oxigênio por até 10 minutos.
Desde o estabelecimento dos Critérios de Harvard, em 1968, a compressão e a respiração forçada se aplicam a todo organismo sem batimento cardíaco, sem respiração, sem movimentos do corpo e sem atividade cerebral — é assim que se define a morte em termos médicos. De todos estes pré-requisitos, a morte cerebral é decisiva. “Nos últimos anos, descobrimos que a morte cerebral, da forma como a conhecemos, é uma ficção”, diz Henderson. Geralmente, ela é medida por um eletroencefalograma, que não capta todas as funções cerebrais.
Além disso, sabemos agora, um neurônio inativo pode voltar a funcionar. É possível, por exemplo, multiplicar neurônios de corpos que ficaram mais de quatro horas sem atividade cerebral. Foi o que fizeram os pesquisadores do Instituto Salk, da Califórnia. Em 2001, eles conseguiram cultivar novos neurônios em laboratório, usando células do cérebro de recém-falecidos — isso mostra, dizem eles, que os neurônios ainda seriam viáveis.
As novas técnicas reavivaram o interesse pela ressuscitação, área marcada por poucos e lentos avanços (veja-os na linha do tempo). Apenas a partir dos anos 1960 é que a combinação de massagem cardíaca e respiradores com tubos na traqueia começou a se disseminar. “A ressuscitação cardiopulmonar foi uma revolução. Mas, desde então, a medicina parou”, diz Vinay Nadkarni, professor da Universidade da Pensilvânia.
Os índices de ressuscitação bem-sucedida nos países desenvolvidos, em torno de 16%, não evoluíram nos últimos 25 anos. No hospital de Sam Parnia, em compensação, estão em 33% — mesmo índice de sucesso do Instituto do Coração (InCor), em São Paulo, que também usa as técnicas. Desde agosto deste ano, aliás, o resfriamento do corpo é recomendado para todos os hospitais brasileiros pela Sociedade Brasileira de Cardiologia. A instituição agora pede que os pacientes de colapso cardíaco sejam mantidos entre 32 oC e 34 oC por 12 a 24 horas. De acordo com a entidade, um paciente ressuscitado que é submetido ao resfriamento corporal tem 33% mais chances de se recuperar sem sequelas.
As medidas foram adotadas no InCor há três anos. “A técnica é revolucionária e nos obriga a repensar nossa definição para a morte”, afirma o cardiologista Sergio Timerman, chefe do laboratório de pesquisa e treinamento em emergência do hospital, e responsável pelo primeiro treinamento das novas técnicas na América Latina — realizado em agosto para 30 profissionais da área de saúde. “Os resultados são espantosos. A oxigenação do organismo aumenta em 60% as chances de sobrevida.” As práticas em São Paulo já ajudaram a salvar, entre outras pessoas, Airton Inamime, que sofreu uma parada cardíaca em março de 2012 no Metrô e foi submetido ao resfriamento e ao ECMO. Depois de 12 minutos, voltou à vida sem sequelas.
A adoção das técnicas ainda é gradual, embora sejam indicadas desde 2003 pelo Comitê Internacional de Ressuscitação (Ilcor, na sigla em inglês). Em Nova York, a partir de 2008, a prefeitura obrigou todos os hospitais a manter equipamentos de resfriamento. A medida está sendo adotada principalmente em hospitais dos EUA, Inglaterra, Alemanha, Coreia do Sul e Japão. De acordo com as estimativas de Parnia, se fosse adotada em larga escala nos EUA, poderia salvar 40 mil vidas por ano. “Sozinho, o resfriamento é revolucionário. Permite adiar a morte e ganhar tempo para desentupir as veias que provocaram um enfarte”, diz Nadkarni, que também é membro do Ilcor.
O uso de respiradores e desfibriladores demorou mais de uma década para se disseminar. O mesmo está acontecendo agora com as novas técnicas de ressuscitação, dizem seus defensores. “Os profissionais de saúde já conhecem as novas técnicas, mas ainda não sabem como colocá-las em prática”, afirma Timerman.
Em outubro de 2012, um estudo publicado na renomada revista científica The Lancet reforçou a importância da nova abordagem perante a morte. O levantamento concluiu que gastar mais tempo nos esforços de ressuscitação pode aumentar a chance de sobrevivência e de alta para pacientes com parada cardíaca. Ao todo, foram pesquisados 64.339 pacientes em 435 hospitais nos Estados Unidos. Os hospitais cuja média de tempo de ressuscitação era mais alta (25 minutos) tiveram 12% mais chances de que seus pacientes voltassem à vida em relação aos hospitais com tempo médio mais baixo (16 minutos).
DILEMA ÉTICO
Uma das consequências destas novas medidas é que dão tempo aos médicos para que curem os danos que provocaram o ataque cardíaco. “Em geral, ninguém mais deveria morrer de enfarte”, diz Sam Parnia. Em situações de morte que não o enfarte, a ressuscitação apenas adiaria o inevitável por algumas horas, ou dias. No entanto, ao abrir possibilidades para sobreviver a paradas súbitas no hospital, os métodos alimentam o dilema ético sobre até quando uma pessoa deve ser mantida viva. Se um paciente de câncer em metástase fosse ressuscitado, por exemplo, seria apenas para aguardar um novo colapso de seu organismo. O mesmo vale para a vítima de um acidente automotivo cujos órgãos sofreram danos que não podem ser recuperados. Nestes casos, a esperança pode estar na criogenia — mas no futuro. Por enquanto, a técnica consegue apenas congelar as pessoas, mas não descongelar.
Até lá, a ressuscitação tende a se tornar uma ciência cada vez mais complexa — Robert Neumar está pesquisando formas de resfriar o corpo no nível celular, para ganhar ainda mais tempo de recuperar pacientes. E pesquisadores da Universidade da Pensilvânia estão estudando os processos fisiológicos dos animais que entram em hibernação, para reproduzir em pacientes humanos. “Daqui a 20 anos, seremos capazes de trazer de volta à vida pessoas que passaram mais de 24 horas sem atividade cardíaca ou cerebral”, afirma Parnia. “Nossos netos não vão ver a morte da mesma forma que nós.”
A VOLTA DOS QUE NÃO FORAM
Como duas novas técnicas conseguem salvar a vida de pessoas horas após ficarem sem batimentos nem atividade cerebral
clique na imagem para ampliá-la
A HORA DA MORTE
Cada parte do corpo demora um tempo diferente para entrar em colapso. Veja quanto podem durar após o coração parar de bater:
E ainda hoje a maioria das pessoas enxerga a morte como uma passagem. Cada dia mais o conhecimento nos mostra que morte significa a máquina do corpo parando de funcionar, como qualquer máquina. E que a vida é só o corpo. Se todos entendessem assim há muitos anos, o pensamento coletivo da humanidade trabalhando em conjunto já teria desenvolvido domínio de causa sobre essa máquina e hoje muito provavelmente nos daríamos o luxo de morrermos quando quiséssemos, se quiséssemos.
•
Daniel Machado
há 3 horas
Se não fossem as religiões, provavelmente já teríamos ciência capaz de controlar a morte. Existem cientistas afirmando que isso vai acontecer dentro de 50 anos, vide nanotecnologia, desenvolvimento da genética, fabricação de órgãos artificiais. Se o desenvolvimento do pensamento grego tivesse prosseguido no ocidente sem a interferência do cristianismo, a fase atual da ciência provavelmente teria acontecido há muito tempo... Foram mais de 1000 anos de obscurantismo na idade média.
Alguns tutoienses assistiram a diplomação dos eleitos de 2014 para o próximo mandato de quatro anos a partir do dia primeiro de janeiro de 2015.
Depois da cerimônia de diplomação,algumas lideranças e militantes de Tutóia tiveram a oportunidade de conversa assuntos políticos com "seus" deputados(a) federal ou estadual. Tais militantes e lideranças políticas como:
Antonio Amaral, Ariston Caldas, Elivaldo Ramos (Professor e presidente do sindicatos intermunicipal de professores),Raimundo Sintraf (Pre-candidato a prefeito de Tutóia), Dr. Airton Paulo (Advogado, ex-vereador e pré-candidato a prefeito de Tutóia), Reginaldo e Dr. Eduardo ( Advogado).
Airton Paulo foi recebido pela deputada Federal Eliziane Gama. Na oportunidade a deputada manifestou apoio ao pré-candidato a prefeito de Tutóia.
Veja algumas fotos:
Raimundo Sintraf, Ariston Caldas e Elivaldo Ramos
Raimundo Sintraf e Flavio Dino ( Governador do MA)
Eliziane Gama, filha, sobrinha, Airton Paulo e Reginaldo
Elivaldo Ramos, Flavio Dino e Salgado.
Dr. Eduardo e Dr. Airton Paulo
Elivaldo Ramos, Eliziane Gama e Airton Paulo
Dep. Federal Weverton Rocha, Raimundo Sintraf e esposa de Weverton
De
quem são e o que significam os diplomas entregues na tarde do dia 19 de
dezembro de 2014, em São Luís, aos candidatos eleitos? Com esta
reflexão, Flávio Dino conduziu o discurso de diplomação para frisar que
sua atuação como governador será em nome dos milhões de maranhenses que
sofrem pela falta de assistência do Poder Público.
Eleito governador do Maranhão com 63,4%
dos votos no primeiro turno, Flávio Dino fez seu primeiro pronunciamento
oficial na Diplomação dos Eleitos organizada pelo Tribunal Regional
Eleitoral. Para ele, o ato da diplomação marca a vontade de milhões de
maranhenses esquecidos pelo Poder Público, e que devem ser lembrados em
todas as ações do próximo governo.
Defendendo a superação das desigualdades
refletidas nos índices sociais alarmantes como o Índice de
Desenvolvimento Humano (IDH), Dino afirmou que a diplomação não é um
mero ato formal, mas um momento carregado de significados.
“Este diploma não é estático, mas é
impregnado de vida. Do abraço que foi dado pela criança que encontramos
na campanha, por aquela senhora que dizia que ora por nós. Este momento
pertence aos mais humildes, aos esquecidos do Maranhão,” disse.
O foco no combate às desigualdades
reflete o entendimento do próximo governador do Estado sobre as
prioridades para o Maranhão. Segundo ele, o diploma materializa a missão
“grandiosa que os eleitos têm pela frente”. Essa missão não é de
autoridade, mas de promover a igualdade entre os maranhenses, disse
emocionado.
Com o diploma, completou Flávio Dino, os
eleitos estão investidos da missão de “ser servidor público, de servir
ao povo, de não estar acima dos homens e das mulheres, mas estar junto a
eles.”
Uma das metas a serem perseguidas
cotidianamente é a fome, que ainda atinge metade dos maranhenses. Dados
divulgados pelo PNAD esta semana revelaram que o Maranhão é o estado que
possui o maior número de pessoas com insegurança alimentar. “Fome:
palavra forte, aguda, cortante, mas que deve ser pronunciada para que
lembremos sempre de nossa maior batalha. Essa é a missão que dá sentido
maior a este momento”.
Além das desigualdades sociais, Flávio
destacou o combate à corrupção e à reforma política que se colocam como
temas centrais para atender aos clamores da sociedade, que esperam dos
seus representantes políticos a representação “à altura do que os
brasileiros merecem” e a prestação de serviços públicos de qualidade.
Acompanhado pela esposa Daniela Lima,
Flávio Dino homenageou os seus familiares e se emocionou ao lembrar que
seu pai, Sálvio Dino empenhou-se pessoalmente nas caminhadas, carreatas e
ações da campanha. Dino citou ainda sua mãe, Rita Maria, e seus irmãos
que acompanharam toda a cerimônia. O governador eleito agradeceu ainda
aos parceiros de coligação e aos membros do TRE e servidores da Justiça
que se empenharam para garantir eleições democráticas no estado.
E finalizou, emocionado: “Aproveito
também para agradecer a generosidade do povo do Maranhão. Autenticamente
sinto o peso das palavras que pronuncio e sinto peso das tarefas que
nos foi incumbida. Junto com elas, sinto também coragem para enfrentar
os desafios e por fim às desigualdades”.
Na tarde de ontem (19), foi sepultado o corpo de Romário Cardoso, que faleceu na noite do dia 19, após colidir com uma Kombi nas proximidades da rodoviária de Tutóia.
Segundo informações, Romário vinha pilotando uma moto, quando uma Kombi que vinha em sua frente entrou em uma rua, e o mesmo não conseguiu desviar, e colidiu com muita força. Ele foi socorrido e encaminhado para a cidade de Parnaíba, mas não resistiu e morreu ainda a caminho do Hospital.
A vítima trabalhava no salão do Beto Cabeleireiro, era filho de outro cabeleireiro da cidade, o Miltão, que estava bastante abalado, assim como toda sua família e amigos, pelo fim trágico de um jovem tão cheio de vida.
O blog se solidariza com a família e empresta sinceros pêsames a todos e que Deus os conforte!!!
O vereador Edmar contou com o apoio dos vereadores de oposição para compor a chapa que foi vitoriosa para dirigir os trabalhos da casa para o biênio de 2015/2016.
Vereador José Lopes, Luizinho, Edimar (presidente eleito) e Nilde
Composição da Chapa: Presidente: Vereador Edmar
Vice: Vereador Luizinho (Oposição)
Secretário:Vereador Francisco Lopes (Negão/ Oposição)
Segundo Secretário: Vereadora Nilde (Oposição)
Não houve chapa concorrente e chapa unica foi eleita por 8 votos a favor e 1 contra. Sendo que o atual Presidente da Câmara, o vereador João Reis votou contra.
O atual presidente não conseguiu apoio dos demais colegas para concorrer com Edmar Cantanhede e atribuiu o fato de não obter apoio dos seus nobres companheiros ao prefeito de Paulino Neves o Senhor Raimundo Lídio. Segundo o vereador João Reis isto foi uma forma de Raimundinho barrar sua candidatura a prefeito nas eleição de 2016.
Vereadores Jose Garcez (passarinho) Amadeuzinho e Nilde
Vereadores Aldeks, José Lopes (Negão) e Luizinh
Com informações do blog do Neto Pimentel em parceria com Klinger Lemos
Na tarde de hoje (19), foi sepultado o corpo de Romário Cardoso, que faleceu na noite de ontem (18), após colidir com uma Kombi nas proximidades da rodoviária de Tutóia. Segundo informações, Romário vinha pilotando uma moto, quando uma Kombi que vinha em sua frente entrou em uma rua, e o mesmo não conseguiu desviar, acontecendo a colisão.
Romário foi socorrido e encaminhado para a cidade de Parnaíba, vindo a óbito no caminho.
A vítima trabalhava no salão do Beto Cabeleireiro, era filho de outro cabeleireiro da cidade o Miltão, que estava bastante abalado, assim como toda sua família e amigos, pelo fim trágico de um jovem tão cheio de vida.
Nosso sinceros pêsames a toda a família, que Deus os conforte!!!