Na
manhã de sexta-feira (06) de 2017, o Governador interino do Estado do Maranhão,
Carlos Brandão (PSDB), veio vistoriar a ponte de concreto que está sendo construída
em Paulino Neves. O Governador foi recepcionado pelo atual prefeito de Paulino
Neves (Roberto Maués), pela primeira
dama (Denise Christina), seus assessores
e secretários.
A
nova ponte sobre o Rio Novo terá 140 metros de extensão e 12 metros de largura,
possibilitando a passagem de vários veículos por vez. Serão duas pistas,
ciclovia e área protegida para pedestres. A construção faz parte das ações
integradas que visam facilitar o acesso à Rota das Emoções, um dos roteiros
turísticos mais desejados do país.
A
Rota das Emoções envolve 14 municípios, sendo o Maranhão com o maior número de
cidades participantes – Araioses, Barreirinhas, Paulino Neves, Santo Amaro,
Tutóia, e, neste novo ciclo, a inclusão do município de Água Doce do Maranhão.
Além
de fazer a vistoria das obras da ponte, o governador informou que o município de
Paulino Neves terá o mais rápido possível, a conclusão do novo prédio da Escola
Estadual “Alfredo Dualibe” de Paulino
Neves. O município Também será contemplado com uma ambulância.
Ao
termino da vistoria, o Governador se despediu do prefeito, da primeira dama,
assessores e secretários. E em seguida, seguiu para o munícipio de Tutóia, onde
também tinha agenda a cumprir.
Governado Carlos Brandão, primeira Dama Denise Cristina e o Prefeito Roberto Maués
Secretário de saúde Amadeuzinho, Governador Carlos Brandão, Prefeito Roberto Maués e Dr. Washington Ramos (advogado)
Viver e se relacionar com as pessoas é uma experiência que traz muito aprendizado para o ser humano.
Viver e se relacionar com as pessoas é uma experiência que traz muito aprendizado para o ser humano.
As pessoas crescem, erram, aprendem coisas, inventam novidades, interagem e promovem uma relação com sentimentos que deixam impressões nas pessoas. A convivência com o ser humano é uma forma de experimentação de si mesmo e do outro que muita gente admira bastante.
A Psicologia é uma ciência que busca estudar o comportamento humano, o que se passa pelos processos de inteligência, emoção, aprendizagem, percepção e sensações.
Um psicólogo social que faz mestrado na USP, Fernando Braga da Costa, vestiu um uniforme do serviço de limpeza e trabalhou como gari, varrendo as ruas da Universidade de São Paulo, por 8 anos, em prol de uma experiência social impressionante:
Ele sempre teve interesse num projeto desta vertente. “Para mim, sempre foi uma situação constrangedora, enigmática. Então, quando surgiu essa oportunidade, eu agarrei e fui agarrado por ela. Eu sempre vivi num bairro de classe média alta, então foi uma coisa que sempre me chamou a atenção.”
O objetivo da experiência era terminar sua tese de mestrado sobre “invisibilidade pública”. Ele exercia as atividades apenas em meio período do dia e optou por não receber o valor pago aos trabalhadores que exercem esta profissão, a importância de R$ 400,00.
No site do instituto de Psicologia da USP, ele publicou a experiência. “Quando comecei o projeto, era uma coisa assim, de denúncia, bem ingênua. Mesmo quando eu questionava as coisas, eu fazia de forma muito pouco estruturada. E a grande modificação, o grande progresso que eu tive em todos esses anos aconteceu quando eu percebi que os fatos já falam por si.”
Numa ocasião em que estava sentado para descansar com alguns companheiros de trabalho, um dos garis disse: “Nossa, Fernando, dá uma olhada para o céu”. Ele olhou para cima: “Estava aquele céu de brigadeiro, como dizem, azulzinho, às 7 da manhã o Sol já ardia”. E o gari completou: “Nossa, o tempo tá ruim, hein?”. Foi então que ele entendeu a relatividade entre os trabalhos “para essas pessoas é tudo tão relativo. Aquele céu azul é maravilhoso para quem está trabalhando dentro do escritório, com ar-condicionado. Mas, para eles, é sinônimo de esforço e desgaste redobrado.”
Ele foi se habituando à medida que o tempo passava, e isso, segundo ele, foi uma das maiores tristezas; habituar-se à inexistência perante a sociedade. “Quando eu via um professor se aproximando, professor meu, até parava de varrer, porque ele ia passar por mim, podia trocar uma ideia, mas o pessoal passava como se estivesse passando por um poste, uma árvore, um orelhão.”
“A cada dois minutos escrevendo sobre essa experiência, me são exigidos outros 10 minutos chorando. Eu já tive, várias vezes, de parar de escrever ao lembrar dos fatos, pois é uma experiência emocionalmente carregada.” Ele ressalta no estudo que “as pessoas enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado sob esse critério, vira mera sombra social.”
“Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais. Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa. Esses homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, frequento a casa deles nas periferias. Eu mudei! Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador. Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe. Eles são tratados piores que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo nome. São tratados como se fossem uma ‘COISA’. Ser IGNORADO é uma das piores sensações que existem na vida!”, afirma Fernando, na esperança de que o sucesso de sua pesquisa mude um pouco a visão que temos sobre as pessoas que não percebemos mesmo estando bem à nossa frente.
Nesta era de tecnologia, descobrimos que a educação dos filhos é um pouco diferente dos tempos antes do iPod, iPhone, computadores, Internet, e todos as outras modernidades incríveis que nos consomem. As crianças brincavam nas ruas. Jogavam bola nos campos. Brincavam do lado de fora até que as luzes de rua se acendiam e elas sabiam que tinham que ir para dentro de casa. Nós estamos criando crianças muito diferentes agora do que há vinte ou trinta anos atrás. Mas, talvez seja hora de voltar ao básico.
Este é um mundo novo. As crianças nascidas nessa era automaticamente recebem aparelhos para entretê-las. Mas, onde estamos errando? Psicólogos da Universidade de Harvard vêm estudando o que torna uma criança bem criada nestes tempos de mudanças. Eles concluíram que existem vários elementos que ainda são essenciais.
Aqui estão 5 segredos para criar uma “boa” criança, de acordo com psicólogos de Harvard:
1.Passe tempo com seus filhos
Passar o tempo com seus filhos significa deixar tudo de lado por um tempo, ler um livro, chutar uma bola, caminhar com ele, ou apenas jogar um jogo à moda antiga. Em termos mais simples, isso significa que você interage com sua criança. Estas são as coisas das quais elas vão se lembrar. Elas vão se esquecer do que você comprou. Só querem passar mais tempo com seus pais.
2.Fale com eles em voz alta
De acordo com os pesquisadores de Harvard, “Mesmo que a maioria dos pais diga que o cuidado com seus filhos é uma prioridade de tempo, muitas vezes as crianças não estão ouvindo a mensagem.”
Passe tempo com eles para descobrir o que está acontecendo em sua vida. Verifique com professores, treinadores. Descubra se há uma mudança em seu comportamento. Permita que seu filho se sinta confortável para conversar com você. Seu filho precisa saber que é a prioridade em sua vida. As crianças necessitam de confirmação através de palavras. As palavras são importantes. Converse com elas e compartilhe suas histórias sobre a escola, trabalhos de casa, amigos, e assim por diante.
3.Mostre ao seu filho como resolver problemas sem estressar sobre o resultado
Um dos maiores presentes que você pode dar ao seu filho é a capacidade de analisar e resolver problemas. Deixe seu filho decidir por si mesmo o que ele quer. Você não pode resolver seus problemas o tempo todo. É saudável lhe permitir experimentar a vida através de suas próprias lentes. Conquistas são importantes e, ao lhe permitir determinar o que quer, você o está presenteando com a consciência.
Você quer criar um adulto produtivo. Permita que ele venha até você e compartilhe seus problemas e o oriente a fazer as melhores escolhas possíveis. É difícil dar um passo atrás quando vir filho cometer um erro. Mas faz parte da aprendizagem e da evolução da nossa humanidade.
4.Mostre a sua gratidão a seu filho regularmente
Os pesquisadores dizem que “os estudos mostram que pessoas que praticam o hábito de expressar gratidão são mais propensas a serem úteis, generosas, compassivas, felizes, saudáveis e perdoarem com mais facilidade.” Os pais devem dar tarefas aos seus filhos e, em seguida, expressarem gratidão por suas realizações. É importante que as crianças vejam que a gratidão é um dom notável. Sempre que fizerem algo, honre-as e as reconheça pelo seu desempenho.
Como pais, é nosso devem ensinar nossos filhos a serem compreensivos e compassivos para com os outros. As crianças aprendem pelo exemplo. Leve-as a um abrigo. Permita-lhes testemunharem como têm sorte de terem uma casa. Ajudar seus filhos é não apenas dar-lhes uma chance de serem adultos surpreendentes, mas também remover o preconceito da intolerância e diferença. Tudo começa em casa.
5.Ensine seus filhos a expandirem a sua visão
Isso remonta à mostrar-lhes gratidão. Deixe seu filho experimentar o mundo através de sua compaixão. Os pesquisadores dizem que “quase todas as crianças empatizam e se preocupam com seu pequeno círculo de familiares e amigos.”
Ensine seu filho a ser um bom ouvinte, a interagir sem o uso de tecnologia, ser compreensivo com outras pessoas fora de sua família, e não julgar qualquer pessoa com base em sua religião ou nacionalidade. Estamos em tempos cruciais da evolução humana, e esta nova geração tem a capacidade de mudar o nosso mundo. Expor seu filho a diferentes culturas ajuda a desenvolver uma pessoa amorosa, gentil e feliz.
Você é responsável por criar almas amorosas. Ajude-as a navegarem neste mundo através da compaixão, amor e bondade.
“Criar uma criança respeitosa, carinhosa e ética sempre pode parecer um trabalho árduo. Mas é algo que todos nós podemos fazer. E nenhum trabalho é mais importante ou mais gratificante.”
Por não existir prova que houve interesse público na transferência de uma professora de escola municipal, a Justiça do Trabalho de Nova Lima (MG) anulou o ato administrativo. De acordo com o juiz Mauro César Silva, da 1ª Vara do Trabalho da cidade, a organização da atividade administrativa é ato discricionário da Administração e deve se guiar pelo interesse público.
Por esse motivo, a transferência pode ocorrer a pedido do servidor ou de ofício, por iniciativa da administração. Na reclamação trabalhista, a professora disse que foi transferida do seu local de trabalho por "perseguição". Na justificativa para a transferência, a escola alegou que o interesse público estaria presente "vez que o clima de hostilidade não poderia ser mantido na escola". Para o juiz, contudo, a justificativa foi genérica e insuficiente para demonstrar o interesse público.
"Ao contrário, deixa margem a questionamentos acerca do critério utilizado para decidir pela transferência da reclamante", frisou. Por fim, ele acrescentou que a transferência de ofício deve ser utilizada em prol da sociedade, a exemplo, quando determinado local possui déficit de profissionais. "Não pode a Administração Pública usar da transferência para a resolução de problemas pessoais entre os servidores", complementou.
Ao anular o ato, o juiz explicou que para garantir a impessoalidade no processo de transferência de ofício, a Administração Municipal editou a Portaria/Semed 9 que estabelece que o interesse público devidamente comprovado é um dos requisitos para essa modalidade de transferência. E essa comprovação não ocorreu no caso.
Além do mais, de acordo com o juiz, é dever da Administração motivar todos os seus atos, diante da necessidade de controle dos atos públicos que devem ocorrer de forma impessoal. No caso, a Administração Municipal, ao transferir a reclamante, não fundamentou seu ato, limitando-se a emitir um encaminhamento em que consta: "motivo: transferência de ofício", observou o juiz. "O motivo é requisito de validade do ato administrativo. Sem ele, o ato é nulo", concluiu. Com informações da Assessoria de Imprensa do TRT-3.
0010551-92.2016.5.03.0091
Revista Consultor Jurídico, 5 de janeiro de 2017, 12h45
Que todos os
funcionários compareçam na Prefeitura Municipal de Santana do Maranhão munidosdas copias
de seus documentos para o recadastramento.
Período: 04/01/2017 a 09/01/2017
Local: prédio da Prefeitura Municipal de Santana do Maranhão.
Documentos:RG; Título eleitoral; CPF;
Certificado de reservista ou dispensa de incorporação (servidores do sexo
masculino); comprovante de residência atualizado; Comprovante de conclusão do
grau de instrução exigido para o cargo.
Um forte abalo sismico atingiu Teresina e também parte do Maranhão na manhã desta terça-feira (03).
A cidade de São Luís foi surpreendida, na manhã desta terça-feira (03) com um tremor de terra. O abalo demorou cerca de 15 segundos.
Segundo informações, os tremores foram sentidos, principalmente, nos bairros do Cohaffuma, Calhau e Ponta do Farol.
No Tribunal de Contas do Estado (TCE) do Maranhão todos os funcionários evacuaram o prédio. Funcionários e contribuintes que estavam na Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) também saíram às pressas do edifício.
Moradores de Nina Rodrigues, Itapecuru, Vargem Grande, Timon, Axixá e São Benedito do Rio Preto, no interior do Maranhão, já relataram também ter sentido a terra tremer.
O observatório sismologico nacional informa que o tremor registrado foi, preliminar, de 4.7 na escala Richter, que vai até 10 graus. O tremor foi registrado em Teresina, Itapecuru Mirim e São Luis e em outras cidades do Maranhão. O obsevatório ainda esta investigando as causas do abalo.