domingo, 27 de janeiro de 2019

AUDITORIA GERAL NA PREFEITURA DE ARAIOSES - MARANHÃO. O VEREADOR ARNALDO MACHADO, SOLICITOU JUNTO AO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO, AUDITORIA GERAL NAS CONTAS DA PREFEITURA MUNICIPAL DE ARAIOSES, EXERCICIO DE 2018, CONFORME REQUERIMENTO APROVADO E ENCAMINHADO AO T.C.E. PUBLICADO AQUI NA INTEGRA.


Requerimento referente ao exercício de 2018, da CÂMARA MUNICIPAL DE ARAIOSES cujo o responsável é José Carlos Rodrigues Dos Santos (Gestor), encaminhada pedido de Autoria, inspeção, Acompanhamento contábil, financeira, orçamento operacional e patrimonial na PM de Araioses-MA.

JUSTIFICATIVA:

O Governo Municipal não é transparente, não são informados em tempo real as notas fiscais e demais documentos, tais como empenhos, liquidação e pagamentos com recursos financeiros pertencentes ao Município de Araioses-MA.


 Leia os documentos a baixo: 







sábado, 26 de janeiro de 2019

Flavio Merequeta se posicionou contra a medida impositiva do prefeito de Tutóia contra os professores.



Veja o que escreveu Flavio Merequeta na sua conta do fecebook:

CASO DOS PROFESSORES CONCURSADOS
Amigos,

A imagem pode conter: Flavio Merequeta, barba e close-up

Penso que mais uma vez estamos a presenciar, a assistir mais um ato injusto dessa administração com nossos funcionários públicos, especificamente professores, como se já não bastasse os constantes atrasos salariais e a falta de estrutura adequada ao desempenho de suas funções.
A referida acumulação é permitida conforme a Constituição Federal de 05/10/88, senão vejamos o que diz o artigo 37 da lei em seu inciso XVI

"XVI - é vedada a acumulação remunerada de cargos públicos, exceto, quando houver compatibilidade de horários, observado em qualquer caso o disposto no inciso XI:

a) a de dois cargos de professor;
b) a de um cargo de professor com outro, técnico ou científico;
c) a de dois cargos ou empregos privativos de profissionais de saúde, com profissões regulamentadas;"
Está muito claro aí que é legal o acúmulo dos dois cargos, ademais foi permitida a realização do concurso nesses termos, então acho que está havendo um grande equívoco nessa proposta da prefeitura. É preciso respeitar e cumprir a constituição. "Fazer acordo é diferente de impor regras sem observar leis". Conclamo ao sindicato da categoria que busque resolver essa situação amparado na Constituição Federal. Quanto aos queridos professores, os oriento a procurar ajuda junto a profissionais especializados independente de ser associado ou não ao sindicato. E ao prefeito, ou quem de direito, sugiro que análise melhor essa situação e reveja a decisão de demitir quem não concordar com essa proposta absurda.

É muito grave a situação
, pois uma decisão equivocada pode ocasionar sérios problemas nas estruturas familiares desses profissionais e por que não dizer do município inteiro.

" Me junto solidariamente aos queridos professores."
#TUTOIADOMEUCORAÇÃO
#COMPETÊNCIAEAMOR

Flavio Merequeta  exerceu o cargo de vereador, de secretário de esporte do município de Tutóia e é servidor público federal. 




Entenda o caso lendo um trecho de uma publicação do blog Elivaldo Ramos.



Os professores convocados têm dupla matrícula (o permitido pela Constituição Federal) de 40h e 40h ou matrículas de 40h e 30h semanais. E segundo o Secretário de Educação Joseildon Soares, por conta de uma instrução normativa do TCE-Tribunal de Contas do Estado do Maranhão, de uma recomendação da FAMEM (Federação que assessora os prefeitos) não se pode acumular mais de 60h semanais. 

Nesse ponto, o Procurador do município foi enfático ao dizer que se alguém contestar essa posição "imposta" pela prefeitura de Tutóia que recorra à justiça. Para ele não se pode acumular 70h ou 80h semanais e que todos têm de fazer a opção sob PENA de perder matrícula e salários. 

Vários professores presentes argumentaram que o prazo de cinco dias era desarrazoado para se tomar uma decisão e pediram ampliação do prazo que foi negado pela prefeitura. Outros, argumentaram que na prática hoje se trabalha os dois turnos e nunca houve até aqui qualquer problema, e, portanto, não entendem a repentina mudança. 

Na comunicação da Prefeitura haverá aumento da jornada de trabalho dos professores: quem na prática tem concurso de 40 horas semanais que atualmente está laborando 25 aulas semanais na sala de aula e o restante extra-sala, vai passar a laborar 32 aulas na sala de aula. Essa matemática se deve ao entendimento de que a hora aula do professor que há mais de 20 anos vem sendo utilizada como aulas de 50 minutos deverá ser de 60 minutos a partir de agora, mas fazendo-se uma conversão. Ou seja, divide-se o total de minutos de trabalho de 40 horas por unidades de 50 minutos, uma verdadeira confusão matemática. 

Na prática ficaria assim:
60min x 40h = 2.400min
2.400min / 50min =  48 aulas no total e 2/3 destas seriam pra sala de aula e 1/3 fora da sala; em resumo, 32 aulas em sala e 16 fora da sala de aula. 

Toda essa mirabolante matemática fora apresentada pelos dois representantes da prefeitura alegando que consta de um Decreto (desconhecido de todos) que fora publicado ainda no ano de 2018. Ora, se o Decreto é de 2018 por que somente agora ele veio à tona (em reunião) e deve ser cumprido? Por que não se cumpriu antes? 

Nota: Essa fração da jornada se deve a uma previsão legal da Lei 11.738/2008, 2/3 em sala e 1/3 fora. Mas, a lei não trata de conversão de jornada e sim do que deve ser em sala e fora dela. 

Em resumo, ficou claro para todos que a intenção da prefeitura de Tutóia é demitir concursados se não aceitarem a imposição colocada por eles travestida de opção.

O prazo para as pessoas fazerem a opção de reduzir 10h ou 20h horas em suas jornadas vai até a quarta-feira próxima (30/01/219). E segundo o secretário de Educação há 100 professores nessa situação em Tutóia.

Essa redução mexe na vida financeira das pessoas tendo em vista que muitos comprometerem boa parte de suas remunerações em empréstimos consignados para aquisição da casas entre outros bens. 

A opção deve ser feita assinando apenas um termo (vago) de renúncia das horas emitido pela Secretaria de Educação. Ponto que, aliás, foi questionado se seria um ato legal. Pois na fala de alguns e de dois advogados consultados pelo blog deveria ser precedido de um ato legal (uma lei). A decisão foi imposta apenas em uma mesa de reunião, algo que é estranho para a boa gestão pública considerando os princípios constitucionais da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. 

E mais, por que somente agora a prefeitura questiona o ingresso dessas pessoas? Se havia incompatibilização de se ter dois turnos de 40h por que eles foram admitidos? Não deveria ter sido negado o direito de assumir tais cargos na admissão?


São questionamentos que ficam e que não foram respondidos. 

Outra situação, é que se há ultrapasse do limite legal com Folha de Pagamento, a demissão primeira deveria ser dos contratos nulos, dos comissionados e em último caso dos concursados recentes e concursados antigos. Ou seja, não porque demitir sem passar por todas essas prerrogativas legais. 

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Abdon de Andrade Rocha se posiciona contra a medida impositiva do prefeito de Tutóia contra os professores.


Vendo o tamanho da indignação dos meus colegas professores, apesar de não está exercendo a profissão, mas me sinto triste com tudo isso. Me coloco no lugar de vocês ( professores ) e vejo a GRAVIDADE da situação.

Apesar do descrédito com os políticos eu continuo acreditar em DEUS e também ainda acredito no homem. Venho analisando minuciosamente tudo isso e vejo que é viável basta querer político. Por isso resolvi falar...ano que vem é ano de eleição e sei perfeitamente que com sua sabedoria o povo vai CONSERTAR essa grande FALHA que ele mesmo cometeu. Concordo com a frase de que ninguém tem escrito na testa “eu não sou competente...” “eu sou desonesto” “eu não vou respeitar o povo”, mas não é por isso que devemos BAIXAR nossa cabeça. Como Pré Candidato a Prefeito em 2020, tenho uma proposta para vocês...Me apoiem que assumirei um compromisso com todos os professores de Tutoia. Implantarei o tão sonhado plano de carreira; irei manter o direito de vocês obedecendo a lei; 
Manter com rigor cada concursado obedecendo seus turnos cujo direito adquirido  dentro da função exercida com responsabilidade; discutir com a categoria os pontos positivos para as duas partes dentro da lei da educação respeitando as regras e a legislação; lutar por uma educação forte e de qualidade para o nosso município; manter o piso salarial da categoria; proporcionar uma estrutura nas unidades educacional de forma descente para os alunos e profissionais. Estarei sempre à disposição ao diálogo com todos os profissionais da educação do nosso município...É a minha proposta...



Abdon  Andrade Rocha atualmente é Gerente do INSS Tutóia e presidente da ACALT Tutóia. 




 Entenda o caso lendo um trecho de uma publicação do blog Elivaldo Ramos.


Os professores convocados têm dupla matrícula (o permitido pela Constituição Federal) de 40h e 40h ou matrículas de 40h e 30h semanais. E segundo o Secretário de Educação Joseildon Soares, por conta de uma instrução normativa do TCE-Tribunal de Contas do Estado do Maranhão, de uma recomendação da FAMEM (Federação que assessora os prefeitos) não se pode acumular mais de 60h semanais. 

Nesse ponto, o Procurador do município foi enfático ao dizer que se alguém contestar essa posição "imposta" pela prefeitura de Tutóia que recorra à justiça. Para ele não se pode acumular 70h ou 80h semanais e que todos têm de fazer a opção sob PENA de perder matrícula e salários. 

Vários professores presentes argumentaram que o prazo de cinco dias era desarrazoado para se tomar uma decisão e pediram ampliação do prazo que foi negado pela prefeitura. Outros, argumentaram que na prática hoje se trabalha os dois turnos e nunca houve até aqui qualquer problema, e, portanto, não entendem a repentina mudança. 

Na comunicação da Prefeitura haverá aumento da jornada de trabalho dos professores: quem na prática tem concurso de 40 horas semanais que atualmente está laborando 25 aulas semanais na sala de aula e o restante extra-sala, vai passar a laborar 32 aulas na sala de aula. Essa matemática se deve ao entendimento de que a hora aula do professor que há mais de 20 anos vem sendo utilizada como aulas de 50 minutos deverá ser de 60 minutos a partir de agora, mas fazendo-se uma conversão. Ou seja, divide-se o total de minutos de trabalho de 40 horas por unidades de 50 minutos, uma verdadeira confusão matemática. 

Na prática ficaria assim:
60min x 40h = 2.400min
2.400min / 50min =  48 aulas no total e 2/3 destas seriam pra sala de aula e 1/3 fora da sala; em resumo, 32 aulas em sala e 16 fora da sala de aula. 

Toda essa mirabolante matemática fora apresentada pelos dois representantes da prefeitura alegando que consta de um Decreto (desconhecido de todos) que fora publicado ainda no ano de 2018. Ora, se o Decreto é de 2018 por que somente agora ele veio à tona (em reunião) e deve ser cumprido? Por que não se cumpriu antes? 

Nota: Essa fração da jornada se deve a uma previsão legal da Lei 11.738/2008, 2/3 em sala e 1/3 fora. Mas, a lei não trata de conversão de jornada e sim do que deve ser em sala e fora dela. 

Em resumo, ficou claro para todos que a intenção da prefeitura de Tutóia é demitir concursados se não aceitarem a imposição colocada por eles travestida de opção.

O prazo para as pessoas fazerem a opção de reduzir 10h ou 20h horas em suas jornadas vai até a quarta-feira próxima (30/01/219). E segundo o secretário de Educação há 100 professores nessa situação em Tutóia.

Essa redução mexe na vida financeira das pessoas tendo em vista que muitos comprometerem boa parte de suas remunerações em empréstimos consignados para aquisição da casas entre outros bens. 

A opção deve ser feita assinando apenas um termo (vago) de renúncia das horas emitido pela Secretaria de Educação. Ponto que, aliás, foi questionado se seria um ato legal. Pois na fala de alguns e de dois advogados consultados pelo blog deveria ser precedido de um ato legal (uma lei). A decisão foi imposta apenas em uma mesa de reunião, algo que é estranho para a boa gestão pública considerando os princípios constitucionais da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. 

E mais, por que somente agora a prefeitura questiona o ingresso dessas pessoas? Se havia incompatibilização de se ter dois turnos de 40h por que eles foram admitidos? Não deveria ter sido negado o direito de assumir tais cargos na admissão?

São questionamentos que ficam e que não foram respondidos. 

Outra situação, é que se há ultrapasse do limite legal com Folha de Pagamento, a demissão primeira deveria ser dos contratos nulos, dos comissionados e em último caso dos concursados recentes e concursados antigos. Ou seja, não porque demitir sem passar por todas essas prerrogativas legais. 



Vereadores presos recebiam 'mesadinha' de até R$ 8 mil por mês para aprovar projetos


Ao todo, 10 dos onze vereadores do Município foram presos temporariamente.


10 dos 11 vereadores foram presos
As investigações da Polícia Civil do Tocantins apontaram a existência de um forte esquema de cobrança de propina na Câmara Municipal de Augustinópolis, norte do Estado, para aprovação de projetos de leis enviados pela Prefeitura.
Ao todo, 10 dos onze vereadores do Município foram presos temporariamente durante operação nesta sexta-feira (25). Apenas o presidente da Câmara, Cícero Cruz Moutinho, não é citado nominalmente no esquema de corrupção.   
ESCUTAS TELEFÔNICAS
As escutas telefônicas autorizadas pela Justiça apontaram que os vereadores falavam abertamente sobre um "extra" para votação dos projetos. "E viu algum boato se vão pagar ao menos mais um extra pra nós esse mês?", perguntou Silvano em conversa com a vereadora Ângela Maria. 
Em outra conversa, em dezembro do ano passado, o vereador Antônio Barbosa diz a Antônio Feitosa que "avisou que pode preparar a [verba] extra", caso contrário, a LOA 2019 (Lei Orçamentária Anual) não seria votada em 2018.
Já o vereador Wagner pergunta a Feitosa: "Em, aquele negócio lá não passaram não?".  
O ESQUEMA
A polícia investiga os crimes de corrupção passiva e corrupção ativa. A denúncia foi feita por um cidadão. Os pagamentos variavam de R$ 1 mil até R$ 8 mil por mês. Os valores seriam diferenciados e determinados em razão da força política que os parlamentares exercem dentro da estrutura administrativa e social. 
Todo o esquema seria "negociado, gerenciado e liderado" pelo vereador Edvan Neves da Conceição (MDB), conhecido como Neguin da Civil, por ser policial civil e, por isso, ele recebia em patamar superior.  
A vereadora Maria Luísa de Jesus do Nascimento, Luizinha (PP), também recebia valores mais expressivos em razão da sua força política, com ligações estreitas com o Palácio Araguaia. Segundo a denúncia, todos ou quase todos os vereadores teriam efetivamente envolvimento com a 'mesadinha'.  
Os pagamentos seriam realizados em espécie a partir do dia 20 de cada mês na própria sede da Prefeitura de Augustinópolis. 
Todos os vereadores, com exceção do presidente da Câmara, são citados nominalmente no esquema de corrupção em áudios interceptados. 

Fundamentado com documentos o presidente do Sindicato dos professores de Tutóia, o sr. Elivaldo Ramos, reafirma a legitimidade do Sindicado mostrando ponto a ponto os equívocos dos assessores do prefeito Romildo do Hospital.

A imagem pode conter: texto




Fonte: https://www.facebook.com/sindicato.tutpnevessant

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Os vereadores Paulo Rogério, Viriato, Raimundo Sintraf e a vereadora Jamilza Baquil protocolaram ontem 23/01/2019,uma representação no Ministério Público do Maranhão contra o prefeito de Tutóia, Romildo do Hospital, pelo mau uso dos recursos públicos e ilegalidades cometida periodicamente na atual gestão.




Prefeitura de Tutóia alega em reunião que pode demitir ou deixar servidores concursados sem salários


1539588224-545910085-810x471Na tarde de ontem (23) a Secretaria de Educação de Tutóia realizou reunião com dezenas de professores da rede pública municipal que possuem duas matrículas (dois turnos) aqui no município.

O Secretário de Educação Joseildon Soares e o Procurador do Município foram enfáticos ao dizer que se os professores com dupla matrícula não decidirem fazer opção em reduzir suas jornadas em um prazo minúsculo de cinco dias úteis, apresentando por eles, vai haver corte de salários de um turno.  

Entenda o caso

Os professores convocados tem dupla matrícula (o permitido pela Constituição Federal) de 40h e 40h ou matrículas de 40h e 30h semanais. E segundo o Secretário de Educação Joseildon Soares, por conta de uma instrução normativa do TCE-Tribunal de Contas do Estado do Maranhão, de uma recomendação da FAMEM (Federação que assessora os prefeitos) não se pode acumular mais de 60h semanais. 

Nesse ponto, o Procurador do município foi enfático ao dizer que se alguém contestar essa posição "imposta" pela prefeitura de Tutóia que recorra à justiça. Para ele não se pode acumular 70h ou 80h semanais e que todos tem de fazer a opção sob pena de perder matrícula e salários. 

Vários professores presentes argumentaram que o prazo de cinco dias era desarrazoado para se tomar uma decisão e pediram ampliação do prazo que foi negado pela prefeitura. Outros, argumentaram que na prática hoje se trabalha os dois turnos e nunca houve até aqui qualquer problema, e, portanto, não entendem a repentina mudança. 

Na comunicação da Prefeitura haverá aumento da jornada de trabalho dos professores: quem na prática tem concurso de 40 horas semanais que atualmente está laborando 25 aulas semanais na sala de aula e o restante extra-sala, vai passar a laborar 32 aulas na sala de aula. Essa matemática se deve ao entendimento de que a hora aula do professor que há mais de 20 anos vem sendo utilizada como aulas de 50 minutos deverá ser de 60 minutos a partir de agora, mas fazendo-se uma conversão. Ou seja, divide-se o total de minutos de trabalho de 40 horas por unidades de 50 minutos, uma verdadeira confusão matemática. 

Na prática ficaria assim:
60min x 40h = 2.400min
2.400min / 50min =  48 aulas no total e 2/3 destas seriam pra sala de aula e 1/3 fora da sala; em resumo, 32 aulas em sala e 16 fora da sala de aula. 

Toda essa mirabolante matemática fora apresentada pelos dois representantes da prefeitura alegando que consta de um Decreto (desconhecido de todos) que fora publicado ainda no ano de 2018. Ora, se o Decreto é de 2018 por que somente agora ele veio à tona (em reunião) e deve ser cumprido? Por que não se cumpriu antes? 

Nota: Essa fração da jornada se deve a uma previsão legal da Lei 11.738/2008, 2/3 em sala e 1/3 fora. Mas, a lei não trata de conversão de jornada e sim do que deve ser em sala e fora dela. 

Em resumo, ficou claro para todos que a intenção da prefeitura de Tutóia é demitir concursados se não aceitarem a imposição colocada por eles travestida de opção.

O prazo para as pessoas fazerem a opção de reduzir 10h ou 20h horas em suas jornadas vai até a quarta-feira próxima (30/01/219). E segundo o secretário de Educação há 100 professores nessa situação em Tutóia. Essa redução mexe na vida financeira das pessoas tendo em vista que muitos comprometerem boa parte de suas remunerações em empréstimos consignados para aquisição da casas entre outros bens. 

A opção deve ser feita assinando apenas um termo (vago) de renúncia das horas emitido pela Secretaria de Educação. Ponto que, aliás, foi questionado se seria um ato legal. Pois na fala de alguns e de dois advogados consultados pelo blog deveria ser precedido de um ato legal (uma lei). A decisão foi imposta apenas em uma mesa de reunião, algo que é estranho para a boa gestão pública considerando os princípios constitucionais da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. 

E mais, por que somente agora a prefeitura questiona o ingresso dessas pessoas? Se havia incompatibilização de se ter dois turnos de 40h por que eles foram admitidos? Não deveria ter sido negado o direito de assumir tais cargos na admissão?

São questionamentos que ficam e que não foram respondidos. 

Outra situação, é que se há ultrapasse do limite legal com Folha de Pagamento, a demissão primeira deveria ser dos contratos nulos, dos comissionados e em último caso dos concursados recentes e concursados antigos. Ou seja, não porque demitir sem passar por todas essas prerrogativas legais. 

Via blog Elivaldo Ramos