domingo, 26 de novembro de 2017

O programa “Sim, Eu Posso!” do Governo Estadual, implantado em vários municípios, está alfabetizando pessoas no município de Tutóia através do município de Água Doce Maranhão.


Alunos do "Sim Eu Posso" com a professora Bruna. Turma revoada dos guarás ( Santa Rosa do Jardim) 

O programa “Sim, Eu Posso!”, está atuando em alguns povoados no município de Tutóia como Barro Duro, Santa Rosa do Jardim e Cajazeiras.  Ao todo são 09 turmas, duas em Barro Duro, duas em Santa Rosa do Jardim e cinco em Cajazeiras. O programa contemplou esses povoados pela necessidade das comunidades que são próximas ao município de Água Doce do Maranhão, tal município  aderiu o programa, mas o município de Tutóia não.

O blog fez uma visita quinta-feira à noite em todas as turmas em companhia da coordenadora do polo, Viviane Lobato. Na oportunidade foram expressado pelos alunos a satisfação e o entusiasmos de estarem tendo a oportunidade de aprenderem a ler e a escrever. Muitos pela primeira vez, outros por não terem condições de levarem os estudos adiante por vários fatores, e entre eles, ter que trabalhar para ajudar seus pais, E outros por terem construído famílias muito cedo. Mas todos se mostraram muito otimistas com a nova possibilidade de aprenderem a ler e escrever.

De forma geral o método de alfabetização, “sim, eu posso!”, utilizado na jornada no Maranhão consegue fazer o individuo aprender a ler e escrever em quatro meses. Essa é a média registrada nos municípios onde está sendo aplicado o projeto. Essa primeira parte é trabalhada com a ajuda de vídeo aulas, uma teledramaturgia (telenovela) e com acompanhamento de um educador preparado para utilização deste método em sala de aula.

Após os quatro meses o projeto avança para os chamados “Círcu­los de Cultura”, uma metodologia de educação popular baseada nas propostas do educador Paulo Freire. Nesta fase, quatro temas dão a linha para o aprendizado: cultura, trabalho, participação politica e história.

“No método convencional o individuo aprende a ler e escrever num período médio de um ano de atividade escolar. No método utilizado no Maranhão em cinco meses se atinge esse patamar. Estudando apenas duas horas por dia.”

O programa “Sim, Eu posso!” é de suma importância uma vez que gera emprego e renda e impacta também na área da saúde pelo fato dos alunos terem assistência nesta área.

As ações do programa ‘Sim, Eu posso!’ são coordenadas pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc) e pela Secretaria de Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop), que coordena o Plano Mais IDH, e a execução do programa é realizada pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).
































sábado, 25 de novembro de 2017

IHGM escolhe livro para o Prêmio Pedro Calmon 2017






Joseh Carlos, Euges Lima e Antônio Guimarães
São Luís – Ontem (25) à noite, em Assembleia Geral do IHGM, foi escolhido pelos sócios o livro “Pregoeiros e Casarões”, 2015, de autoria do sócio Antônio Guimarães de Oliveira para concorrer ao Prêmio Pedro Calmon 2017, organizado pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), no Rio de Janeiro, instituição que foi fundada em 1838, pelo imperador D. Pedro II.

Best Seller Local

O livro é um verdadeiro registro iconográfico e mostra pregoeiros de São Luís, a exemplo de vendedores de frutas, caranguejos; vendedores, camelôs, políticos, também fatos históricos como eleições, greves; prédios, sobrados, estádios, um apanhado de tudo que foi relevante para a história de São Luís. A obra foi lançada na Feira do Livro de São Luís 2015 e de lá para cá já vendeu mais de 3.600 exemplares, tornando-se um verdadeiro Best Seller local.

A direção do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão tem até o dia 15 de dezembro para encaminhar três exemplares da obra escolhida para o IHGB, onde serão apreciados por uma comissão julgadora. O prêmio é realizado de três em três anos e em 2014, a indicação do IHGM, recebeu menção honrosa, conforme relação abaixo:

Tratos e Mofatras: o grupo mercantil do Recife colonial (c.1654-c.1759)
George F. Cabral de Souza

Indicação: Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano

Menções Honrosas:

1 - Aleixo Garcia – o Homem e o Mito
Paulo Pitaluga Costa e Silva
Indicação: Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso

2 - História dos antigos domínios nos ervais do Paraguai
Paulo Cezar Vargas Freire
Indicação: Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul

3 - 1612 – Os Papagaios Amarelos na Ilha do Maranhão e a Fundação de São Luís
Ana Luiza Almeida Ferro
Indicação: Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão

4 - Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo – 10 anos de memória paulista – 2002-2012
Nelly Martins Ferreira Candeias
Indicação: Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo

Pedro Calmon Moniz de Bittencourt

Nasceu em Amargosa, Bahia, “a cidade mais doce do Brasil”, em 23 de dezembro de 1902, e faleceu no Rio de Janeiro, em 17 de junho de 1985. Filho de Pedro Calmon Freire de Bittencourt e Maria Romana Moniz de Aragão Calmon de Bittencourt.

Fez os estudos primários no Colégio de D. Maria Luiza de Souza Alves e os secundários no Colégio Antônio Vieira e no Ginásio da Bahia (ambos em Salvador). Iniciou o curso jurídico na Faculdade da Bahia, concluindo-o na do Rio de Janeiro, que foi da Universidade do Brasil, hoje UFRJ. Ainda estudante, aos 20 anos, publicou seu primeiro livro, de contos, Pedras d’Armas, SP, Ed. Monteiro Lobato. Aos 24, praticava a imprensa, colaborando na Gazeta de Notícias (RJ) e em O Imparcial e A Tarde (BA). Secretário de seu tio Miguel Calmon, ministro da Agricultura no governo de Arthur Bernardes, prestou concurso para conservador do Museu Histórico Nacional, sendo aprovado e nomeado. Em 1926, obteve o grau de doutor em Direito, defendendo tese sobre O Direito de Propriedade. Deputado estadual na Bahia, foi autor da primeira lei de proteção ao patrimônio histórico. Foi, ainda, deputado federal pela Bahia e candidato, contra Antônio Balbino, ao governo de seu Estado, quando obteve grande votação, embora não se elegesse.

Em 22 de agosto de 1931, ingressou no IHGB como sócio efetivo, depois de várias participações, entre elas uma conferência, de larga ressonância, em comemoração do terceiro centenário da vitória, na Bahia, sobre os holandeses. No Museu Histórico, criou e ocupou a cadeira de História da Civilização Brasileira e dedicou-se, desde então, ao magistério e à pesquisa histórica, produzindo livros como O Rei do Brasil, O Rei Cavalheiro e O Rei Filósofo, biografias de D. João VI, D. Pedro I e D. Pedro II, além dos 3 volumes pioneiros da Histórica Social do Brasil. Em 1936, esse grande orador, já considerado um dos melhores historiadores do Brasil, foi eleito para a cadeira 16 da ABL. Por concurso, obteve a cátedra de Direito Público da Faculdade de Direito onde estudara e da qual seria diretor por longos anos (1938/48). Neste último ano, foi nomeado reitor da Universidade do Brasil, realmente Magnífico, cargo que, desempenharia, com raro brilhantismo, numa das épocas mais difíceis da história do Brasil (até 1966). Durante cerca de dois anos, esteve licenciado da reitoria para ocupar o Ministério da Educação (1950/51). Foi, ainda, professor catedrático de Direito Constitucional da PUC/RJ e de História Moderna e Contemporânea da Faculdade de Filosofia Santa Úrsula.

Em 1955, com a tese O Segredo da Minas de Prata, venceu o concurso para cátedra de História do Colégio Pedro II. No IHGB, passa a sócio benemérito em 9 de julho de 1943 e a grande-benemérito em 16 de maio de 1958. Foi orador oficial de 1939 a 1968 e, finalmente, presidente, grande presidente, de 1968 a 1985.

De sua vastíssima bibliografia, constante de obras literárias, jurídicas e predominantemente históricas, fazem parte os livros: Pedra d’Armas – A Bala de Ouro – Brasil e América – Brasília, Catedral do Brasil – Castro Alves: o homem e a obra – Compêndio de História da Literatura Brasileira – A Conquista – O Crime de Antônio Vieira – História Social do Brasil, 3 vols. – O Estado e o Direito nos Lusíadas – Franklin Dória, barão de Loreto – Gomes Carneiro, o General da República – História da Bahia – História da Casa da Torre – História da Civilização Brasileira – os já referidos O Rei do Brasil, O Rei Cavalheiro e O Rei Filósofo – História da Faculdade Nacional de Direito – História da Fundação Nacional de Direito – História da Fundação da Bahia – História da Independência do Brasil – História de Literatura Baiana – História das Ideias Políticas – Histórias de Castro Alves – História de Pedro II (5 vols.) – História Diplomática do Brasil – História do Brasil na poesia do povo – Os presidentes da República – História do Ministério da Justiça, 1º vol. – José de Anchieta, o Santo do Brasil – Malês, a Insurreição das Senzalas – O Marques de Abrantes – O Palácio da Praia Vermelha – Para Conhecer Melhor Castro Alves – Pequena História da Civilização Brasileira – A Princesa Isabel, a Redentora – Vida de Castro Alves – Vida e Amores de Castro Alves – Curso de Direito Constitucional Brasileiro – Brasil (com Jaime Cortesão, para a “História de América” dirigida por A. Ballestero Beretta) – História do Brasil (Enciclopédica Delta – Larousse – Curso de Teoria Geral do Estado – Miguel Calmon, uma vida – A Vida Espantosa de Gregório de Matos, RJ/Brasília, S.O./INL, 1983 – História do Brasil, RJ, J.O., 7 vol. (Fonte: IHGB).

Desembargador Cleones Cunha toma posse no IHGM





Presidente Euges Lima faz a entrega do Diploma ao Des. Cleones Cunha
São Luís – Ontem (24) à noite na sede da Associação dos Magistrados do Maranhão, no Calhau, em Sessão Solene, tomou posse no Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão (IHGM), o Presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão, o Desembargador Cleones Carvalho Cunha, na Cadeira de N.º 25, patroneada por Celso Magalhães.

A Assembleia Extraordinária de posse foi aberta pelo presidente do IHGM, professor Euges Lima, a apresentação do empossando foi feita pela sócia do IHGM e escritora Ana Luiza Almeida Ferro que discorreu sobre a biografia do Desembargador Cleones e sua produção acadêmica.

Após proferir o juramento da Casa e receber o colocar com as insígnias da agremiação o presidente do Instituto Histórico deu posse ao desembargador Cleones Cunha que já na condição de sócio efetivo, fez o elogio ao seu patrono, Celso Magalhães.

Celso Magalhães, patrono da Cadeira de n.º 25

Celso Magalhães
Celso Tertuliano da Cunha Magalhães (Viana - Maranhão, 11 de novembro de 1849, 9 de junho de 1879), conhecido como Celso de Magalhães, foi um escritor brasileiro e o pioneiro do estudo do folclore no Brasil, adotando uma metodologia que lançou as bases do folclorismo nacional. Seu trabalho focou especialmente a poesia popular, mas ele incursionou por outras áreas como o teatro, a poesia, a ficção e a crítica.

Começou sua carreira de folclorista produzindo artigos sobre a tradição oral de origem portuguesa quando ainda era estudante de Direito, que foram publicados em 1873 sob o título A poesia popular brasileira no jornal acadêmico O Trabalho, de Recife, versando sobre uma multiplicidade de temas do folclore. Os dez artigos foram republicados em outros jornais e o autor tinha planos de reuní-los em um livro, mas os manuscritos se perderam e com eles significativa quantidade de material inédito igualmente desapareceu.

O seu primeiro trabalho ficcional foi a novela Ela por ela, que apareceu no jornal O País em 1870, à qual se seguiram outras obras de ficção, como o romance Um estudo de temperamento (1870) e a novela Pelo Correio (1873). No campo do teatro deixou um esboço incompleto intitulado O Processo Valadares (1873) e o drama perdido O Padre Estanislau, além de prefácios para peças alheias e coletâneas de crônicas teatrais.

Em 1876, como promotor público, denunciou e levou a júri a futura Baronesa de São Bento, D. Anna Rosa Vianna Ribeiro, esposa do influente político e médico Dr. Carlos Ribeiro. Acusada pelo crime de homicídio, executado a seu mando, e que vitimara um pequeno escravo de nome Inocêncio. "Celso Magalhães requereu ainda sua prisão provisória, fazendo com que a ilustre senhora permanecesse encarcerada até o julgamento, ocorrido em fevereiro de 1877". Devido o grande prestígio da ré, D. Anna Rosa foi absolvida. 

Perfil do novo sócio

Ana Luiza Ferro
Cleones Cunha é especialista em Direito Canônico, possuindo doutorado, sendo autor de livros sobre o tema, como o livro “Relações Igreja-Estado”. Nascido em 10 de fevereiro de 1958, em Tuntum, Maranhão, graduou-se bacharel em Direito pela Universidade Federal do Maranhão, em 1981. Foi professor do Colégio Santa Teresa, em São Luís (MA); subdiretor-geral da Secretaria do Tribunal de Justiça do Maranhão; chefe de gabinete da Presidência deste órgão e diretor da Corregedoria Geral da Justiça.

Aprovado em primeiro lugar em concurso do Ministério Público Estadual, foi promotor de Justiça da Comarca de Pindaré-Mirim, entre os anos de 1983 e 1984. Igualmente, logrou os primeiros lugares nos concursos para professor da Universidade Federal do Maranhão, em 1985 e, no ano seguinte, para o cargo de juiz de Direito.

Cleones Cunha faz o elogio ao patrono
Na magistratura, exerceu suas funções judicantes nas Comarcas de Vitorino Freire, São Bento, Coroatá e São Luís. Já na capital, foi assessor da Presidência e membro do TRE-MA. Naquela Corte Eleitoral, foi corregedor-regional Eleitoral, no período de 1993 a 1997. Em 1998, assumiu as funções de juiz corregedor da Corregedoria Geral da Justiça.

Foi promovido por merecimento para o cargo de desembargador em 10 de novembro de 1999. É Mestre em Direito Canônico pelo IPDC-RJ/Universidade Gregoriana, membro da Sociedade Brasileira de Canonistas e da Academia Maranhense de Letras Jurídicas. Bacharel em Teologia pelo Instituto de Estudos Superiores do Maranhão (IESMA)/ Faculdade Católica do Maranhão.

Exerceu, no Tribunal de Justiça do Maranhão, a função de supervisor-geral dos Juizados Especiais. Em fevereiro de 2005, assumiu a direção da Escola Superior da Magistratura do Maranhão, tendo a dirigido por quatro anos. Foi corregedor-geral da Justiça no biênio 2012/2013. É presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão no biênio 2016/2017.


sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Feleceu em São Bernardo MA a cantora ROSY NUNES




Faleceu  na tarde de quarta-feira (22),  a ex-vocalista de Francis e Banda Rose Nunes, Rose Nunes faleceu na cidade de São Bernardo. Ela foi vítima de uma apendicite, a ex-vocalista tocava atualmente na Banda A3 e reside em São Bernardo a cantora deixa três filhos.

Blog Eduardo Garcess

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Déficit no sistema carcerário maranhense é de 6.549 vagas


Números divulgados pelo TJ-MA mostram superlotação nas unidades prisionais e a existência de presos cumprindo pena em delegacias; situação mais crítica é na UPR 2, com 739 presos para apenas 400 vagas

Complexo Penitenciário de Pedrinhas que abriga uma população carcerária superior ao número de vagas

Matéria completa no endereço a seguir http://imirante.com/oestadoma/noticias/2017/01/07/deficit-no-sistema-carcerario-maranhense-e-de-6-549-vagas.shtml

Acesse as matérias sobre a Manifestação do Movimento "Tutóia não quer Presídio"



Acesse as matérias sobre a Manifestação do Movimento "Tutóia não quer Presídio"

http://www.blogleandrorocha.com/2017/11/o-movimento-tutoia-nao-quer-presidio_20.html?m=1

http://antonioadomaral.blogspot.com.br/2017/11/a-forca-republicana-com-o-movimento.html

Muitas pessoas comuns e também de organizações usaram a fala e também alunos dos grêmios estudantis. 















Caravana de Prefeitos do Maranhão cobra do governo Temer auxílio financeiro e votação da PEC 29


Uma caravana formada por gestores públicos municipais, e coordenada pelo presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM), prefeito Cleomar Tema, obteve uma importante vitória em Brasília nesta terça-feira (21).



Prefeito Roberto Maués de Paulino Neves é um dos que está na caravana 

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, Edson Lobão, atendeu pedido dos prefeitos e da entidade municipalista e garantiu que colocará em votação na CCJ, na próxima quarta-feira (29), a Proposta de Emenda à Constituição nº 29/17.

A PEC 29 garante aos municípios brasileiros, que enfrentam forte crise financeira ocasionada pela queda de recursos e de transferências constitucionais, o aumento em 1% do valor do Fundo de Participação dos Municípios, passando dos atuais 24,5% para 25,5% a partir de setembro do ano que vem.

Em sendo aprovada na Comissão, a PEC seguirá para apreciação do plenário do Senado, onde também deverá ter tramitação urgente.

Passando pelo crivo dos senadores, a Proposta garantirá aos municípios, ano que vem, o aporte de R$ 3,7 bilhões.

Já as 217 cidades maranhenses serão beneficiadas com um incremento financeiro superior a R$ 157 milhões.

“Avalio como mais um importante conquista política da municipalidade do estado do Maranhão. Recebemos do senador Lobão, presidente da CCJ, a garantia de que a PEC tramitará de maneira urgente, uma vez que o Senado é ciente da crise financeira que se instalou nas prefeituras. Estamos confiantes e acreditando em mais esta vitória”, afirmou Cleomar Tema.

Adaptado de Luis Cardoso