quarta-feira, 3 de maio de 2023

Alexandre manda PF ouvir chefões de big techs sobre ataques a PL das Fake News

 

Plataformas deverão explicar
conteúdo patrocinado contra PL


Grupos econômicos não podem manipular a opinião pública e o processo político decisório para defender seus interesses. Com esse entendimento, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, mandou a Polícia Federal colher os depoimentos dos presidentes das big techs Google, Meta e Spotify, além do serviço de stream Brasil Paralelo, sobre anúncios contra o PL das Fake News.

Alexandre também determinou que todos os textos, anúncios e informações veiculados, propagados e impulsionados a partir do Google contra o projeto de lei sejam removidos em uma hora, sob pena de multa de R$ 150 mil por hora de descumprimento.

A decisão, proferida no Inquérito das Fake News, estabelece o prazo de cinco dias para que os presidentes ou equivalentes da plataforma esclareçam a autorização de mecanismos que podem "constituir abuso de poder econômico, bem como, eventualmente, caracterizar ilícita contribuição com a desinformação praticada pelas milícias digitais nas redes sociais".

A ordem de Alexandre foi dada depois de o jornal Folha de S. Paulo publicar reportagem sobre um estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro indicando que as plataformas estão manipulando resultados de busca para influenciar negativamente a percepção dos usuários sobre o PL. O ministro cita, por exemplo, um site do Google, impulsionado pela plataforma, chamado de "PL da Censura". 

"Com absoluto respeito à liberdade de expressão, as condutas dos
provedores de redes sociais e de serviços de mensageria privada e seus
dirigentes precisa ser devidamente investigada, pois são remuneradas
por impulsionamentos e monetização, bem como há o direcionamento
dos assuntos pelos algoritmos, podendo configurar responsabilidade
civil e administrativa das empresas e penal de seus representantes
legais", diz a decisão. 

Além da oitiva e da remoção dos conteúdos, o ministro determinou: 

  • Que o Google e a Meta, responsável pelo Facebook, expliquem, em até 48 horas, os métodos e algorítimos de impulsionamento e indução à busca sobre "PL da Censura";
  • Que Spotfy e Brasil Paralelo expliquem, em 48 horas, os métodos e algorítimos de impulsionamento e indução à busca sobre "PL da Censura", bem como "os motivos de terem veiculado anúncio político do Google";
  • Que Google, Meta, Spotfy e Brasil Paralelo informem quais as providências concretas tomadas para prevenir e mitigar "os métodos e algorítimos de impulsionamento e induzimento à busca sobre 'PL da Censura'", bem como os motivos de terem veiculado "anúncio político" do Google.

Segundo Alexandre, a conduta das plataformas pode "configurar, em tese, não só abuso de poder econômico às vésperas da votação do projeto de lei por tentar impactar de maneira ILEGAL e IMORAL a opinião pública e o voto dos parlamentares, mas também flagrante induzimento e instigação à manutenção de diversas condutas criminosas praticadas pelas milícias digitais investigadas no INQ 4.874". 

Clique aqui para ler a decisão
Inq 4.781

Fonte: Revista Consultor Jurídico, 2 de maio de 2023, 16h07

PF prende ex-ajudante de Bolsonaro e faz buscas na casa do ex-presidente

 

Ex-presidente Jair Bolsonaro é suspeito de adulterar registro de vacinação

A Polícia Federal prendeu, na manhã desta quarta-feira (3/5), em Brasília, o ex-assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), tenente-coronel Mauro Cid, no âmbito de uma investigação sobre falsificação de dados vacinais e inserção dessas informações nos sistemas do Ministério da Saúde.

O também ex-assessor Max Guilherme e Sergio Cordeiro, que atuava como segurança de Bolsonaro, são os outros alvos da ação policial. As informações são da Folha de S. Paulo.

A PF também cumpre mandado de busca e apreensão em endereço do ex-presidente. As decisões estão sendo cumpridas no âmbito do chamado inquérito das milícias digitais, que corre no Supremo Tribunal Federal com relatoria do ministro Alexandre de Moraes.

De acordo com informações da GloboNews, o ex-presidente deve prestar depoimento ainda nesta quarta-feira na Polícia Federal. 

Ao todo, a polícia cumpre 16 mandados de busca e apreensão e seis de prisão preventiva em Brasília e no Rio de janeiro, segundo a reportagem.

"A apuração indica que o objetivo do grupo seria manter coeso o elemento identitário em relação a suas pautas ideológicas, no caso, sustentar o discurso voltado aos ataques à vacinação contra a Covid-19. (...) Os fatos investigados configuram em tese os crimes de infração de medida sanitária preventiva, associação criminosa, inserção de dados falsos em sistemas de informação e corrupção de menores", diz a PF, conforme publicado pelo jornal.

A suspeita é de que os registros de vacinação de Bolsonaro, Cid e da filha mais nova do ex-presidente, Laura Bolsonaro, tenham sido forjados. Eles teriam inserido informações falsas no sistema do Ministério da Saúde para conseguir o certificado de vacinação e viajar aos Estados Unidos.

Cid tem relação muito próxima com Bolsonaro e está no centro de outra apuração da PF, que envolve as joias avaliadas em mais de R$ 16 milhões recebidas pelo ex-presidente como presente do governo da Arábia Saudita. O presente acabou confiscado pela Receita Federal, mas Cid tentou, por duas vezes, retirá-las no aeroporto internacional de Guarulhos. 

Fonte: Revista Consultor Jurídico, 3 de maio de 2023, 8h35

Appio declara parcialidade de Sergio Moro e anula decisões contra Sérgio Cabral

 

Sergio Moro agiu de forma parcial
contra Sérgio Cabral, disse Appio


Por falta de imparcialidade do ex-juiz Sergio Moro e para assegurar ao ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral a garantia do devido processo legal, o juiz Eduardo Appio, da 13ª Vara Federal de Curitiba, anulou na noite desta terça-feira (2/5) todas as decisões tomadas contra o político na finada "lava jato".

Entre as ordens invalidadas estão a sentença na qual Moro condenou Cabral a 14 anos e dois meses de reclusão e a prisão preventiva do ex-governador. Appio determinou a retirada do nome de Sérgio Cabral do Banco Nacional de Mandados e a revogação de qualquer restrição de direitos imposta pela 13ª Vara Federal de Curitiba.

Após o ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski, hoje aposentado, permitir que o ex-governador do Rio tivesse acesso às conversas entre procuradores da "lava jato" e Sergio Moro, apreendidas na operação "spoofing", a defesa de Cabral pediu o reconhecimento da parcialidade de Moro.

Em sua decisão, Appio destacou que as mensagens entre o hoje senador Moro (União Brasil-PR) e o ex-procurador Deltan Dallagnol, hoje deputado federal (Podemos-PR), "demonstram, de forma absolutamente segura e irrefutável, que existem indícios mais do que suficientes de cumplicidade entre estes dois agentes do Estado brasileiro, em desfavor de um acusado em processo criminal (Cabral)".

"Os diálogos não encontram nenhum precedente na História do Judiciário brasileiro e, certamente, contaminam as próprias bases da jurisdição. Em uma democracia, a certeza da imparcialidade do juiz da causa criminal, somada a um eficiente sistema que defina, de antemão, as competências dentro das quais o magistrado criminal pode atuar, são os dois grandes pilares que traduzem, na prática, a garantia do devido processo legal", afirmou o juiz.

Em 13 de junho de 2017, o procurador Athayde Ribeiro Costa repassou aos seus colegas mensagem de recebeu “da Russia” — eles chamavam Moro de “Russo”: “Sentenciado o caso do Cabral. Encerrada minha parte, tomo a liberdade de congratulá-lo pela investigação dos crimes de lavagem do caso. Realmente impressionante. Simples, mas fatal”.  

Para a defesa de Cabral, o trecho “encerrada minha parte” demonstra a existência de uma combinação prévia entre o juiz (Moro) e os procuradores. “Com a sentença condenatória, a parte do juízo no acordo estaria cumprida”. Essa interpretação, segundo os advogados, é corroborada pela mensagem de Dallagnol, em 14 de dezembro de 2016, informando que a denúncia contra Cabral “será protocolada amanhã”. Moro respondeu com um emoji sorridente e a frase “um bom dia afinal”.

Eduardo Appio ressaltou que as conversas — que tiveram sua autenticidade declarada pela Polícia Federal — não servem para a abertura de inquérito policial ou ação penal contra os procuradores e Moro, mas podem ser usadas pela defesa para a anulação de decisões judiciais contra acusados.

Se a Justiça Criminal depende da imparcialidade dos juízes, todos os atos decisórios praticados por Sergio Moro contra Sérgio Cabral são "absolutamente nulos" e não podem produzir nenhum efeito contra o político, disse Appio.

O juiz destacou que a atuação de advogados e do STF, especialmente dos ministros Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski, "permitiu que o Direito e a Constituição sobrevivessem no Brasil".

De acordo com o julgador, o Supremo, aos poucos, foi freando os abusos da "lava jato" e reconstruindo "os principais pilares do Direito brasileiro".

"Começou proibindo as chamadas conduções coercitivas (todas devidamente espetacularizadas pelas câmeras de tevê), restringindo a excessiva liberdade (discricionariedade) dos agentes de Estado nas colaborações premiadas, delimitando a competência para julgar desta 13ª Vara Federal de Curitiba e, finalmente, estabelecendo que as prisões cautelares não podem ser instrumento de extração de confissões ou delações", citou Appio.

Nesse sentido, declarou o magistrado, a "magistral obra" Prisões preventivas da Lava Jato — Uma análise empírica e crítica de seus fundamentos (Editora Amanuense), de Álvaro Chaves, desnuda "um cenário somente concebível em países não democráticos, como da Alemanha na década de 30 ou a União Soviética no apogeu de Stálin".

"O Direito Penal como espetáculo, expondo ao distinto público — em doses homeopáticas — os acusados execrados em via pública, devidamente algemados dos pés à cabeça — como no caso do acusado Sérgio Cabral — deveria ser ensinado nas faculdades de Direito do país como um verdadeiro case de como não se pode conceber o processo penal em um país democrático", opinou Appio.

A defesa de Sérgio Cabral, comandada pelos advogados Patrícia Proetti e Carlos Eduardo Frazão, ressalta "a decisão precisa do juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba, que reconheceu a parcialidade com que o ex-juiz Sergio Moro conduziu a ação penal contra o ex-governador Sérgio Cabral, após ter sido autorizada pelo ministro Ricardo Lewandowski a utilização das provas públicas oriundas da operação spoofting". Para eles, "este é um grande passo em defesa do devido processo legal e do Estado democrático de Direito".

Outra suspeição de Moro
Não é a primeira vez que o Judiciário reconhece a falta de imparcialidade de Sergio Moro. A 2ª Turma do STF declarou, em 2021, a suspeição do ex-juiz para julgar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no caso do tríplex do Guarujá (SP) (HC 164.493). A decisão foi posteriormente confirmada pelo Plenário da corte.

Depois, o ministro Gilmar Mendes estendeu a suspeição de Moro às ações contra o petista nos casos do sítio de Atibaia e do Instituto Lula, anulando todos os atos praticados pelo ex-juiz nos processos, inclusive a condenação que acabou por tirar Lula das eleições de 2018.

O Supremo também declarou a incompetência da 13ª Vara Federal de Curitiba, da qual Moro era titular, para processar e julgar quatro processos contra Lula. Os ministros entenderam que os crimes atribuídos ao atual presidente pelo Ministério Público Federal do Paraná não têm conexão com a Petrobras e, por isso, não devem ficar no Paraná.

Com as decisões, as condenações de Lula nos casos do tríplex e do sítio foram anuladas. O petista recuperou todos os seus direitos políticos, tornando-se novamente elegível. Com isso, ele foi eleito presidente no pleito de 2022.

Histórico de Cabral
Sérgio Cabral foi preso preventivamente no âmbito da "lava jato" em 17 de novembro de 2016, por ordem de Moro. Posteriormente, ele foi alvo de mandados de prisão do juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, e da Justiça fluminense.

Na transferência do ex-governador do Rio para o Complexo Médico-Penal de Pinhais, no Paraná, em 2018, o político teve os pés e as mãos algemados e usava um cinto que prendia seus pulsos, para que sequer levantasse os braços. 

Advogados e professores consultados pela revista eletrônica Consultor Jurídico consideraram abusiva a atitude da polícia, uma vez que não há registro de episódios de violência cometidos pelo ex-governador. Muitos lembraram da Súmula Vinculante 11 do Supremo Tribunal Federal. Ela determina que "só é lícito o uso de algemas em casos de resistência e de fundado receio de fuga ou de perigo à integridade física própria ou alheia, por parte do preso ou de terceiros, justificada a excepcionalidade por escrito". 

Os policiais federais responsáveis pela ação alegaram que Cabral teve suas mãos e pés algemados ao ser transferido para uma prisão de Curitiba porque, se ficasse solto, poderia entrar em confronto com uma "multidão ensandecida", colocando em risco sua integridade física. No entanto, as fotos da cena analisadas pelo juiz Ali Mazloum, então auxiliar do Supremo Tribunal Federal, do gabinete do ministro Gilmar Mendes, mostraram pouquíssimas pessoas no local.

Posteriormente, a 2ª Turma do Supremo determinou que Cabral retornasse ao Rio. Os ministros também proibiram o uso de algemas no deslocamento. Além disso, Gilmar Mendes mandou abrir uma investigação para apurar abuso de autoridade no triplo agrilhoamento do político.

Em dezembro de 2022, a 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal considerou abusiva a prisão preventiva do ex-governador. Os ministros entenderam que não era possível manter Cabral detido desde 2016 por fatos ocorridos em 2008 e 2009. Além disso, o ministro Gilmar Mendes, que desempatou o julgamento e garantiu a soltura do ex-governador, ressaltou que ele estava preso havia seis anos, o que caracterizou antecipação de pena — prática proibida pelo STF.

Por excesso de prazo e falta de justificativa para manutenção da medida, a 1ª Seção Especializada do Tribunal Regional Federal da 2ª Região revogou, em fevereiro, a última ordem de prisão domiciliar contra o ex-governador. Dessa maneira, o político, o último grande alvo da "lava jato" que estava encarcerado, pôde ser libertado após mais de seis anos.

O ex-governador foi condenado em 24 ações penais, sendo 23 decorrentes de desdobramentos da finada "lava jato" e outra relacionada ao uso de helicópteros do Rio para viagens pessoais. No total, as penas impostas a Sérgio Cabral chegaram a 436 anos e nove meses de prisão, mas sua defesa recorreu em todos os processos e diversas decisões já foram anuladas.

Clique aqui para ler a decisão
Processo 5063271-36.2016.4.04.7000

Fonte: Revista Consultor Jurídico, 2 de maio de 2023, 20h34

sexta-feira, 28 de abril de 2023

STF tem maioria para receber denúncias contra mais 200 bolsonaristas do 8/1





O Supremo Tribunal Federal formou maioria nesta quinta-feira (27/4)  para receber denúncias contra mais 200 bolsonaristas denunciados por envolvimento nos atos de vandalismo contra os prédios dos Três Poderes, em Brasília, no dia 8 de janeiro. O julgamento está sendo feito no Plenário Virtual e terminará às 23h59 da próxima terça-feira (2/5).

O ministro Alexandre de Moraes, relator dos dois inquéritos que apuram os atos golpistas em Brasília, votou pelo recebimento das 200 denúncias, com o argumento de que "a Constituição não permite a propagação de ideias contrárias à ordem constitucional e ao Estado democrático de Direito, tampouco a realização de manifestações públicas visando à ruptura do Estado de Direito, com a consequente instalação do arbítrio".

Até o momento, o relator foi seguido em seu voto pelos ministros Edson Fachin, Cármen Lúcia, Dias Toffoli, Luiz Fux e Luís Roberto Barroso, o suficiente para formar a maioria. Ainda faltam votar os ministros André Mendonça, Kassio Nunes Marques, Gilmar Mendes e Rosa Weber, presidente do STF.

No julgamento da primeira leva de denúncias contra bolsonaristas, Mendonça e Nunes Marques foram os únicos a divergir do relator por entenderem que não é do Supremo a competência para julgar os golpistas.

Fonte: Conjur

quinta-feira, 27 de abril de 2023

Prefeitura de Santana do Maranhão e UEMA discutem a implantação de um polo de educação no município

 

O Prefeito Márcio Santiago juntamente com o secretário de Administração, Marcos Fábricio, e a secretária adjunta de Educação, Lucilda Carvalho, reuniram-se nesta segunda-feira (17), com a Coordenação Geral do Programa Ensinar da Universidade Estadual do Maranhão - UEMA, em São Luís, para tratar de diversas questões referentes a implantação de um polo da UEMA em Santana do Maranhão.

Durante a reunião, foi discutida a implantação dos cursos de graduação em letras, inglês, matemática e geografia. 

Participaram da encontro Coordenadora do Programa Ensinar, Profª. Drª Maria Goretti Cavalcanti, a Coordenadora Pedagógica, Marilda e o Professor Articulador, Pedro Diniz.

Na parte da tarde, o prefeito e sua comitiva se reuniram com o Diretor Geral do IFMA, Campus São Luís Maracanã, o Professor Jeovani Machado, os quais trataram da implantação do Polo no município para a oferta de Cursos Técnicos Profissionalizantes para atender a juventude santanense.





Jornada Pedagógica da rede municipal de ensino começou hoje em Santana do Maranhão e finaliza com encontro geral na quinta-feira

 

A Secretaria Municipal de Educação de Santana do Maranhão (Smed) promoveu  nos dias 18 e 20, a Jornada Pedagógica 2023, com o tema “Educação e Mudanças: os componentes do “amor pedagógico”.



 A Secretaria Municipal de Educação  de Santana do Maranhão (Smed) promove de hoje (18) até quinta-feira (20), a Jornada Pedagógica 2023, com o tema “Educação e Mudanças: os componentes do “amor pedagógico”.

Com uma programação contendo palestras, rodas de conversa e oficinas pedagógicas, a jornada foi aberta na manhã desta terça-feira, no auditório da EMEF. DEP. JÚLIO MONTELES, com muito entusiasmo. O secretário Pedro Reis falou sobre as novidades da Educação para 2023 e, ainda enfatizou que a  jornada  Pedagógica consiste em um dos momentos mais importantes do ano letivo, oportunizando reencontros e retomada das ações pedagógicas nas unidades escolares do  Município de Santana do Maranhão , sendo espaço de diagnóstico, de planejamento, de formação, de organização do trabalho pedagógico e de fortalecimento de ações coletivas e colaborativas que refletem os resultados e a identidade da unidade escolar. 

O evento contou com a presença do Secretário Municipal de Educação, Pedro Reis; da Secretária Adjunta da pasta, Lucilda; da Vice-Prefeita, Ângela Oliveira; e o Procurador  do Município, Bernardo Spindola. A  Professora  Maria José Veras , foi a palestrante do evento.

Até quinta-feira, segue a jornada com mais momentos ricos em conhecimento e encerrará com as apresentações das equipes de oficinas e o grande momento cultural.

A gestão do prefeito Márcio Santiago tem reafirmado o compromisso. A iniciativa da Prefeitura de Santana do Maranhão, através da Secretaria de Educação, reafirma propósitos de compromisso com a Gestão Escolar, e a jornada Pedagógica, reforça  literalmente o empenho de quem realmente leva a serio a educação. O objetivo é sempre buscar estratégias que contemplem ações relevantes, visando o fortalecimento das unidades de ensino para termos uma educação de excelência.

Veja abaixo fotos do evento:














Fonte: Agrosantana

MUNICÍPIO DE SANTANA DO MARANHÃO É CONTEMPLADO COM O PROGRAMA CIDADE EMPREENDEDORA

 

O Município de Santana do Maranhão  participará do Programa Cidade Empreendedora, fruto da parceria entre o Governo do Estado do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Energia – SEINC e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Maranhão – SEBRAE/MA, que abrangerá 70 municípios do Maranhão.

Sendo um dos municípios contemplados com o Programa Cidade Empreendedora, Santana do Maranhão entra no rol das cidades beneficiadas com a assistência especializada disponível para promoção do empreendedorismo no Estado e fortalecimento do comércio e da economia.

O programa tem como objetivo integrar a gestão pública e pequenos negócios em um ambiente de oportunidades, para estimular a economia local e desenvolver os municípios.

Secretário Davi e Advogado Getúlio- realizando protocolo do ofício 
Com a intenção de Promover um ambiente favorável aos negócios, dinamizar a economia, fortalecer as empresas locais, aprimorar a gestão empresarial, incentivar a formalização de microempreendedores individuais (MEIs) e fomentar a cultura do empreendedorismo. Com esses objetivos a  prefeitura de Santana do Maranhão, através do Secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho  Davi Alves,  havia protocolado um oficio  junto a secretaria estadual de Indústria e Comércio – Seinc com objetivo de  formalizou  a contemplação  para execução do Programa Cidade Empreendedora no município.

O Prefeito, Márcio Santiago, frisa a importância desse convênio para o desenvolvimento de Santana do Maranhão. “Buscamos sempre o Sebrae para fortalecer o nosso trabalho e nos efetivarmos como uma cidade empreendedora, através da parceria firmada com Governo do Estado, na coordenação da Secretaria de Indústria, Comércio e Energia – SEINC  nos deixa contente, pois é mais uma ´conquista para a nossa gente. Essa parceria é uma oportunidade de fortalecer o comércio local através da cultura e do turismo, à qual  irá alavancar sem dúvida  o desenvolvimento do nosso município ”, afirmou Márcio.

                                                 Veja ofício abaixo: 



Fonte: Agrosantana