domingo, 14 de abril de 2019

Procissão Domingo de Ramos em Tutóia

Iniciou hoje as 7 horas da manhã a Procissão dos Ramos.

A procissão saiu da comunidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro Centro até a Igreja Matriz, onde foi celebrado a Eucaristia ministrada   Pároco Pe. Adalberto.

Domingo de Ramos é uma festa móvel cristã celebrada no domingo antes da Páscoa. A festa comemora a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, um evento da vida de Jesus mencionado nos quatro evangelhos canônicos (Marcos 11:1, Mateus 21:1-11, Lucas 19:28-44 e João 12:12-19).

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Com informações de Laércio Sales 


sábado, 13 de abril de 2019

Decreto de Bolsonaro extingue canais de participação social em políticas públicas


jair bolsonaro
São Paulo – No pacote divulgado ontem (11) para marcar os 100 dias de governo, o presidente Jair Bolsonaro assinou o Decreto 9.759, que pretende diminuir de 700 para menos de 50 o número de conselhos previstos pela Política Nacional de Participação Social (PNPS) e pelo Sistema Nacional de Participação Social (SNPS). Esses programas, criados pelo governo Dilma Rousseff, em 2014, também são extintos.
De acordo com o decreto, além de conselhos, serão encerrados comitês, comissões, grupos, juntas, equipes, mesas, fóruns, salas e qualquer outra denominação dada a colegiados que não tenham sido criados por lei.
Esses órgãos terão prazo de 60 dias para justificar sua existência. “Acreditamos que ao final dos 60 dias deveremos ter pouco mais ou pouco menos de apenas 50 conselhos”, disse o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Para ele, tais conselhos “resultavam em gastos com pessoas que não tinham nenhuma razão para estar aqui, além de consumir recursos públicos e aparelhar o Estado brasileiro”.
Entre os ameaçados estão organismos fundamentais para a sociedade brasileira como o Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade), o Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos de LGBT (CNCD/LGBT), o Conselho Nacional de Erradicação do Trabalho Infantil (Conaeti), o dos Direitos do Idoso (CNDI), o de Transparência Pública e Combate à Corrupção (CTPCC), o Conselho Nacional de Segurança Pública (Conasp), o de Relações do Trabalho, o de Agroecologia e Produção Orgânica (CNAPO), a Comissão Nacional de Política Indigenista (CNPI), a da Biodiversidade (Conabio), o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI).
Para se ter ideia do caos que pode estar sendo criado, entre os conselhos que têm participação da sociedade civil serão extintos pelo decreto de Bolsonaro estão os das Cidades e o Gestor do Fundo de Habitação para Interesse Social. “Com isso, praticamente toda a política de desenvolvimento urbano é desmontada, pois estes órgãos são os responsáveis por definir a alocação dos recursos do Fundo destinado à política da moradia”, afirma a advogada Carla Bezerra, pesquisadora do Centro de Estudo da Metrópole. 
Mestre em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (USP) e bacharel em Direito na Universidade de Brasília (UnB), Carla alerta: “Existem inúmeros órgãos colegiados que têm atribuições essenciais para a execução de várias políticas públicas. A extinção, sem detalhar de quais órgãos estamos falando, tem como efeito imediato uma enorme insegurança jurídica”, avalia Carla. “Por exemplo, um Comitê passível de extinção por este Decreto é o Copom (Comitê de Política Monetária, regulado pela Circular n° 3.868 de 19/12/2017 do Banco Central do Brasil). Ele é um comitê composto estritamente pelo governo e responsável por definir toda a política monetária do governo. Ou seja, no momento, não é claro quem definirá tais diretrizes a partir de segunda-feira.”
A advogada explica que um decreto editado unilateralmente pelo presidente não precisa ser submetido ao Congresso e está hierarquicamente abaixo de uma lei. “Portanto, ele só pode extinguir colegiados previstos em outros decretos ou em portarias. Aqueles previstos em lei continuam existindo.” O Congresso, porém, tem a prerrogativa de derrubar um decreto presidencial.
O estrago é grande. “O decreto se estende para toda a Administração Pública direta, autárquica ou fundacional, isto é: além dos ministérios, se aplica também a instituto, universidades, dentre outros.”
Até as conferências – por meio das quais a sociedade participa do debate em âmbito municipal, estadual e federal – podem estar em risco caso tenham sido convocadas pelos respectivos conselhos sob extinção. A 6ª Conferência Nacional de Saúde Indígena, por exemplo, prevista para ocorrer entre 27 e 31 de maio, está sendo cancelada.

Reação

Carla Bezerra afirma que em cada caso será preciso ver os efeitos e se há medidas cabíveis para questionar o decreto de Bolsonaro. “Isso depende muito das especificações e competências de cada órgão colegiado. É provável que a partir de segunda ocorra a recriação de vários desses órgãos, que agora deverão observar as regras mais restritivas de funcionamento do decreto, como a curiosa restrição ao tempo de duração da reunião.”
No artigo 4º, o Decreto 9.759 prevê que as convocações para reuniões especificarão o horário de início e o horário limite de término da reunião. “Na hipótese de a duração máxima da reunião ser superior a duas horas, será especificado um período máximo de duas horas no qual poderão ocorrer as votações.”
O líder da oposição na Câmara, deputado Alessandro Molon (PSB-RJ), informou que apresentará na segunda-feira (15) um Projeto de Decreto Legislativo (PDL) para sustar os efeitos do Decreto Presidencial 9.759.
No entendimento de Molon, a extinção dos grupos viola o modelo constitucional de formulação e implementação de políticas públicas, que demanda participação e fiscalização popular. “O governo segue em sua cruzada para desarticular a sociedade e impedir a participação e fiscalização dos cidadãos, retirando do povo o poder que a Constituição lhe garante. Primeiro, com o decreto que aumentava sigilo sobre documentos, que conseguimos derrotar. Agora, com a extinção de conselhos importantes para a formulação de políticas públicas. Como temos visto, o governo prefere se mover em meio à névoa, para que não haja transparência ou cobrança da população”.
“Ainda estamos analisando se o decreto atinge o Comitê Gestor da Internet do Brasil (CGI.br)”, afirma a jornalista Renata Mielli, coordenadora-geral do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação.
O CGI é um órgão multissetorial, integrante de um sistema internacional de governança da internet. Estudos de juristas sobre o modelo de governança da internet no Brasil avaliam que o sistema internet (registros de nomes do domínio .br, distribuição de endereços IP e sua regulação) é um serviço de valor adicionado, não sujeito à regulação pública. As organizações que o gerem (CGI.br e NIC.br) têm a participação do Estado brasileiro (Decreto Federal nº 4.829, de 2003), mas não são agentes dele, e sim de um sistema global coordenado pela Icann
O CGI.br ainda é organismo citado como integrante do sistema de governança, reconhecido no Marco Civil da Internet. Seu fim seria algo desastroso para a defesa dos direitos humanos na internet. Estamos atentos e vamos atuar para que um decreto discricionário não destrua a experiência exitosa e uma referência internacional de governança multissetorial da internet. Se preciso for, vamos denunciar o governo brasileiro junto à Organização das Nações Unidas e outros organismos, como a própria Icann, avisa Renata Mielli. 
Repudiamos o decreto como um todo, é um ato discricionário que atinge o coração da democracia participativa no Brasil, ataca instrumentos essenciais para a participação da sociedade no debate, aprovação e acompanhamento da aplicação de políticas públicas. Uma medida de explícito viés autoritário”, critica a jornalista.
Segundo o ambientalista Carlos Bocuhy, presidente do Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental (Proam) e integrante do Conselho Nacional de Meio Ambiente, o governo está entrando no pântano da insegurança jurídica. "É uma forma de tentar revogar a Constituição por decreto." Ele lembra que as garantias de participação popular, por meio dos conselhos, são constitucionais e estão contempladas no capítulo 225 da Carta Magna.
Além disso, Bocuhy afirma que “a medida do governo carece de motivação e justificativa, apresentando-se de forma superficial e ideológica, sem apresentar dados, números, muito menos critérios para uma efetiva avaliação do funcionamento dos conselhos”.

sexta-feira, 12 de abril de 2019

Alunas da rede municipal de ensino, denunciam a vergonhosa situação que se encontra o prédio da Escola U.I José Ramos no Bairro Paxicá/Tutóia-MA



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As jovens Ane e Suelly, alunas da escola José Ramos no Bairro Paxicá, entraram em contato com o blog para denunciar as precárias situação na estrutura da escola a qual estudam. O descaso é tanto que mobilizou os alunos a pedir uma solução imediata para escola pública municipal. 

A escola José Ramos, localizada na MA 034, no Bairro Paxicá é do ensino fundamental de 1° ao 9° ano, o prédio foi construído no governo Júnior a aproximadamente 18 anos atrás,  desde então foi feito pequenos reparos. As duas jovens estudantes, preocupadas com o ambiente onde estudam, pedem que o poder público de Tutoia se mobilize e realize uma reforma urgente no local.

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As alunas afirmam ainda que, não tem porteiro na escola, reclamam da falta de professores. Além de citar os problemas estruturais; paredes com rachaduras , pintura e reboco caindo, banheiros quebrados, escola surja, ou seja, sem o mínimo de conforto necessário para o aprendizado, fazendo com que, os alunos se sintam desmotivados e até abandone os estudos.

Entramos em contato com o secretário de educação do município, Beto. Ele nos enviou uma nota:

Nota


"A reforma da escola está no plano de ação da aplicação dos recursos oriundos do Fundef, fizemos uma solicitação para o FNDE devido às irregularidades deixadas da última reforma. Estamos com planejamento da cobertura da quadra, reformas e ampliação Afirmou o secretário!"


Porém, os alunos não podem conviver com tal situação, se observa que os fios elétricos estão expostos e outras irregularidades como nos mostra as fotos.

É caso que deve ser levado ao Ministério Público.  




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Com informação do Blog Leandro Rocha.

O celular quebrou e vai ter que ir pro conserto? Agora, o consumidor terá direito a usar um aparelho reserva, desde que o seu esteja na garantia. O Senado aprovou o PLC 142/2015, que agora retorna à Câmara dos Deputados

Consumidor poderá ter celular reserva enquanto aparelho estiver no conserto

#PraCegoVer Fundo amarelo e ilustração de um celular quebrado. Texto na imagem: Celular no conserto? Senado aprova: consumidor terá direto a celular reserva enquanto o seu estiver na assistência técnica.

O Senado aprovou nesta quinta-feira (11) um projeto que garante ao consumidor o direito de receber outro telefone celular enquanto seu aparelho estiver na assistência técnica para conserto. O empréstimo só vale para aparelhos que estão dentro do prazo de garantia. Como houve mudanças no texto,  a proposta (PLC 142/2015) volta à análise da Câmara dos Deputados.

O senador Eduardo Gomes (MDB-TO), que presidiu a sessão, parabenizou o Senado pela iniciativa.
— Já consideramos aqui o celular como instrumento e ferramenta de trabalho. Essa iniciativa é uma importante conquista do consumidor brasileiro.
Para usufruir do direito à troca, basta apresentar o aparelho defeituoso na assistência técnica autorizada. O benefício deverá ser concedido livre de ônus ao consumidor, que deverá devolvê-lo nas mesmas condições em que o recebeu.

Inicialmente, o projeto da deputada Lauriete (PSC-ES) previa que o aparelho emprestado deveria permitir, no mínimo, receber e fazer chamadas, assim como receber e enviar mensagens. Mas o relator da proposta na Comissão de Meio Ambiente (CMA), o então senador Flexa Ribeiro, apresentou emenda prevendo que o aparelho deva também permitir acesso à internet, por meio do plano que o consumidor disponha.
De acordo com o relator, o substitutivo da Câmara, acrescido da emenda, atende as necessidades do consumidor que se vê obrigado a deixar seu aparelho celular para conserto, ainda no período de garantia. Conforme a proposta, as alterações devem ser incluídas no Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078, de 1990).
Originalmente, o projeto da deputada Lauriete classificava o aparelho celular como produto essencial e, desse modo, garantia sua imediata substituição por um novo equipamento, caso apresentasse defeito. Flexa salienta, contudo, que ainda não existe uma regulamentação sobre os chamados produtos essenciais. O tema está em estudo pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) com instituições de defesa do consumidor e o setor produtivo.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)





Roberto Maués participou da XXII Marcha dos prefeitos em Brasília que teve agenda com o Ministro do Desenvolvimento Regional

Vários prefeitos do Maranhão participaram de reunião em Brasília com o Ministro do Desenvolvimento e Roberto Maués, prefeito de Paulino Neves esteve presente no encontro onde o Ministro Gustavo Canuto se comprometeu em visitar as cidades atingidas pelas enchentes no Maranhão. Canuto comunicou a decisão ao presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão, Famem, Erlanio Xavier, e ao vice-governador do Estado, Carlos Brandão, durante reunião de terça-feira (9) em Brasília. Além dos prefeitos, a bancada federal e deputados estaduais maranhenses estiveram presentes.

“Não há bandeiras, partidos, mas o compromisso de auxiliar pessoas atingidas pelas enchentes e alagamentos”, afirmou Canuto na reunião realizada como parte da agenda da Famem na XXII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios que se estendeu até dia 11, com participação histórica de 171 prefeitos maranhenses.

PREFEITO DE PAULINO NEVES ROBERTO MAUÉS
Canuto orientou os gestores municipais sobre os procedimentos necessários para intervenção do governo federal em cenários de crise, além de se comprometer a alocar recursos para ajudar pessoas. O ministro garantiu ainda que uma equipe de engenheiros da ANA, Agência Nacional de Águas, deverá fiscalizar in loco a situação das barragens para garantir segurança aos empreendimentos no Estado.

Participaram da reunião o senador Weverton Rocha, os deputados federais Márcio Jerry, Fufuca Dantas, Júnior Lourenço, Marreca Filho, Pedro Lucas Fernandes, Juscelino Filho, Josimar Maranhãozinho, os deputados estadual Vinícius Louro, Ciro Neto e Felipe dos Pneus. A bancada se dispôs a auxiliar no processo de contingenciamento de recursos.

Durante a reunião o major Clayton Cruz, responsável pela Defesa Civil do Maranhão, repassou informações ao ministro e orientou prefeitos presentes no encontro sobre a decretação de situação de emergência.

Roberto Maués fez ainda “solicitação de reconhecimento da situação de emergência que está passando Paulino Neves neste momento. A inserção foi feita via sistema pela nossa assessoria” afirmou o prefeito. 

SENADOR WEVERTON E ROBERTO MAUÉS



Prefeito Roberto Maués discute em Brasília com deputado Marcio Jerry a situação da eco rodovia que liga Paulino Neves a Barreirinhas.



O encontro com Márcio Jerry aconteceu oportunamente na manhã do dia 11 em Brasília e o prefeito fez um pedido ao Deputado Federal que voltasse os olhos para a estrada que liga Barreirinhas a Paulino Neves e Tutóia que está com vários trechos rompidos por conta das fortes chuvas na região.

O prefeito comentou que a estrada é uma eco rodovia e, portanto, deve ser limitado tráfego de veículos pesados que tem, em parte, provocado a deterioração da rodovia. O Deputado Federal Marcio Jerry afirmou que o governo estadual vai tomar a medida de limitar o tráfego desse tipo de veículo e que após as chuvas vai iniciar obras de recuperação da rodovia.


quinta-feira, 11 de abril de 2019

Em Brasília Roberto Maués tratou da situação de emergência de Paulino Neves com o deputado Aluísio Mendes.


O prefeito Roberto teve dois encontros nos dias 9 e 10 com o Deputado Federal Aluísio Mendes tratando especificamente da situação que foi decretada de estado de emergência em Paulino Neves por conta das fortes chuvas que assola o município. 

Aluísio Mendes informou que esteve na Secretaria de Defesa Civil Nacional fazendo o pedido de reconhecimento de situação de emergência nos municípios maranhenses e que o Governo Federal se comprometeu conceder auxilio imediato às famílias atingidas. 

Além desta agenda Roberto Maués disse que nos dias em que esteve em Brasília na XXII Marcha manteve compromissos de agenda com o Senador Weverton e com outros deputados, além de passar em alguns Ministérios pedindo auxílio para o povo de Paulino Neves que tem sofrido com as consequências dos alagamentos e rompimentos de rodovias em Paulino Neves.

Roberto Maués fez ainda “solicitação de reconhecimento da situação de emergência que está passando Paulino Neves neste momento. A inserção foi feita via sistema pela nossa assessoria” afirmou o prefeito.